Trânsito + Gentil

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O Movimento Trânsito + Gentil propõe uma mudança de atitude. A gentileza pode ser multiplicada e crescer junto com o número de carros que circulam na cidade.

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01 fev
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Cuidados para depois que o seu carro passar por uma enchente

Categorias: Acontece, Curiosidades, Dicas

A situação é a mesma todos os anos. Se você mora em grandes centros urbanos, sabe os prejuízos que as chuvas podem causar aos donos de automóveis nessa época do ano. Mesmo depois de atravessar uma enchente com aparente sucesso, não há garantias de que o seu carro não tenha sido danificado.

O próprio proprietário do veículo pode ficar atento ao comportamento do carro após passar por trechos alagados. A água é capaz de provocar problemas em diversos componentes do carro – inclusive no motor -, que podem aparecer até cinco mil quilômetros depois da situação.

Portanto,  é bom ficar de olho em alguns itens após dirigir por uma área alagada.:

1. O filtro de ar: folhas ou barro dentro do filtro são sinais de que a água pode ter entrado no sistema. No caso de acúmulo de água, o indicado é retirar o filtro, enxugá-lo e, eventualmente, trocar a peça.

2. Barulhos: se o seu motor estiver fazendo sons estranhos, é um sinal de que a água pode ter provocado estragos.

3. Óleo: se, ao puxar a vareta, o óleo está com aparência e textura cremosa (como a da maionese, por exemplo), provavelmente entrou água no sistema.

4. Correias: podem apresentar ruídos, sinal de ressecamento e risco de rompimento.

5. A parte elétrica: após passar por uma região alagada, há perigo de curtos. É sempre bom checar componentes elétricos e a parte funcional do veículo, como lâmpadas e buzina.

6. Olhar por baixo: verificar a parte de baixo do automóvel após dirigir em trechos inundados é obrigatório. Afinal, a água costuma arrastar lixo e objetos diversos.

7. Câmbio: existem câmbios de automóveis com uma janela perto da embreagem, por onde pode entrar água. A embreagem pode chegar a patinar por um tempo, mas depois o sistema seca normalmente.

8. Correia poly-v: ao atravessar um trecho alagado pode haver perda de aderência da correia auxiliar ( a correia poly-v), que pode não tracionar e afetar o funcionamento da direção hidráulica e do motor por conta da tensão do alternador. Geralmente, o problema é temporário.

9. Corrosão: após a enchente, também é bom verificar se a água ficou acumulada em cantos, contornos de carroceria e afins. A água pode provocar desgaste.

Se os sintomas que não são temporários estiverem presentes, é bom procurar assistência técnica o quanto antes, veja alguns locais (http://www.portoseguro.com.br/porto-seguro/produtos/automovel/centros-automotivos.html). Se precisar acionar a seguradora, veja como pode proceder (http://www.portoseguro.com.br/porto-seguro/produtos/automovel/em-caso-de-sinistro/colisao-incendio-ou-enchente.html).

E você, tem mais alguma dica pra assegurar que o carro está bem após passar por uma enchente? Compartilhe! J

31 jan
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Como agir quando o carro enguiçar no meio da pista (e como evitar que isso aconteça)

Categorias: Curiosidades, Dicas

O carro quando enguiça de repente é um apuro tanto para quem dirige quanto para quem precisa lidar com o trânsito causado pelo defeito. Pior ainda é quando isso acontece no meio da rua.

Caso aconteça, sinalize rapidamente usando a seta e tente levar o carro para a faixa da direita ou para o acostamento. Se a situação não permitir, pare o carro e ligue o pisca-alerta.

Para evitar atropelamentos, tenha cuidado ao sair do carro e não deixe que outros passageiros, em especial as crianças, desçam antes que você. Coloque o triângulo a, pelo menos, 50 metros do veículo, para que os outros motoristas o vejam a tempo de desviar com antecedência e segurança.

Geralmente, a manutenção preventiva e periódica evita as panes. Mas, no dia a dia, o motorista deve ficar atento aos “sintomas” do automóvel e ao modo como dirige.

Como evitar

De acordo com o Sindicato da Indústria da Reparação de Veículos (Sindirepa), os principais causadores de paradas indesejadas são: sistema de arrefecimento, pane elétrica, embreagem desgastada e deficiência de lubrificação no motor.

O primeiro e mais discreto problema é a embreagem. O tempo de uso pode desgastar o sistema, mas o principal motivo de desgaste é o mau uso – hábitos como pegar rampas com o carro frio ou não pisar fundo na embreagem ao trocar as marchas devem ser evitados.

Para não ter problemas com o sistema de arrefecimento e evitar que o seu motor derreta, verifique sempre o reservatório do líquido de arrefecimento, que é água destilada misturada a um aditivo.

A falta de manutenção de bateria leva à sobrecarga do sistema, o que traz inúmeros problemas elétricos. Evite instalar equipamentos eletrônicos, alarmes, câmeras de ré, vidros e travas elétricas que estão fora do projeto da montadora.

O uso de óleo lubrificante errado, o baixo nível de óleo e a demora em trocar o lubrificante podem facilmente parar o motor pela deficiência na lubrificação das engrenagens.  Verifique sempre o reservatório e troque o óleo como estipulado no manual do carro.

Com precaução, é possível evitar situações desconfortáveis para você e para os outros, sem contar com a saúde do seu carro, que agradece. Curtiu as dicas? Então compartilhe.

27 jan
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Celular na direção causa desatenção

Categorias: Curiosidades, Dicas, segurança

Celular no trânsito

Os telefones celulares fazem, cada vez mais, parte do nosso cotidiano com uma importância única, representando um mundo cada vez mais conectado. O problema é que a sua utilização pelos motoristas dentro dos carros, enquanto estão dirigindo, têm sido uma constante e perigosa prática.

Apesar de existirem regulamentações em alguns países proibindo essa atitude, não há ainda uma conscientização popular sobre o real risco da mesma. Consequência da distração, o problema é óbvio no Brasil, mas a falta de levantamentos impede que o assunto seja abordado com propriedade.

Pesquisas e números

Enquanto isso, nos Estados Unidos, um novo estudo desenvolvido na Universidade do Alabama mostra que mais de um terço dos seus alunos usam o celular para navegar na internet enquanto dirigem, mesmo já tendo sofrido um acidente de carro.

Até mesmo motoristas que já relataram acidentes anteriores envolvendo celulares não conseguem resistir a usá-los enquanto dirigem.

“É assustador. Muito pouco dessa atividade tem, de fato, urgência. É socialização e entretenimento”, disse o supervisor do estudo, David Schwebel, diretor do laboratório de segurança da juventude da universidade.

Todos que participaram da pesquisa são donos de smartphones. “O que salta aos olhos é o número de participantes que afirmou compreender que o uso da internet em aparelhos móveis na direção é perigoso, mas continua fazendo isso”, disse Lauren McCartney, que trabalhou no estudo.

Socializar pelo telefone pareceu mais importante para alguns estudantes universitários do que a segurança no trânsito. “Eles parecem muito interessados em estar atualizados com o que todos estão fazendo a cada hora do dia“, disse McCartney.

E você? Que tal fazer a sua parte evitando mexer no celular enquanto dirige?

20 jan
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Aprenda a se prevenir contra a maresia

Categorias: Curiosidades

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Você sabia que seu carro corre risco de ser prejudicado com o excesso de maresia ao circular por cidades litorâneas?

A maresia é um fenômeno natural que ocorre no litoral, onde pequenas gotículas de água do mar ficam suspensas no ar. Estas contém alto teor de sódio e magnésio que, em contato com objetos metálicos, provocam corrosões e ferrugens se não forem tomados os devidos cuidados.

Essas gotículas penetram nas frestas do veículo, a água evapora e o sal permanece acumulado com o passar do tempo, provocando a oxidação. Junto com a maresia, a areia da praia também contribui com os estragos, causando microarranhões.

Portanto, se você mora na praia ou frequenta esse tipo de local com seu carro, fique atento às dicas importantes que o Trânsito+gentil preparou pra ajudar a proteger o seu veículo:

- A principal medida é realizar lavagens completas com água e sabão neutro, incluindo latarias, frestas e motor. O polimento ou cristalização da pintura com uma cera apropriada aumenta o nível de proteção.

- Leve seu veículo para visitas periódicas ao mecânico e verifique se as peças estão começando a sofrer com a ferrugem.

- Ao estacionar, procure deixar seu veículo na sombra. Quanto menos exposição ao sol, melhor para a lataria. Além disso, sempre que enfrentar uma chuva, procure secar o carro após chegar ao destino.

Lembre-se: o motor não deve receber água fria ao ser lavado, principalmente se ainda estiver quente. O choque térmico pode empenar peças e danificar mangueiras.

Para lavar corretamente o motor, sem danificar o sistema de injeção eletrônica, é indicado que se procure pessoal especializado. Caso você opte por fazer pessoalmente, espere o motor esfriar, jogue água morna e sabão que não leve soda na composição.

Não existe uma cura para os efeitos da maresia. Contudo, com as dicas acima, você previne ou retarda os danos e ainda é muito gentil com seu carro. =)

Gostou? Então, compartilhe.

19 jan
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A hora certa de parar de dirigir

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Muitos são os fatos que fazem com que os idosos cheguem a um determinado ponto da vida em que não podem mais renovar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Infrações cometidas, número de multas adquiridas, deficiências sensoriais, saúde física debilitada eproblemas de origem mental ou cognitiva podem fazer com que sejam reprovados nas provas.

A audição e a visão são sentidos fundamentais para um motorista saudável. Com a idade avançada, as pessoas acabam perdendo naturalmente a capacidade plena de ouvir e/ou enxergar e isso é o suficiente para que não estejam dispostas ou permitidas a continuar nas ruas dirigindo.

Segundo o Código Brasileiro de Trânsito, não existe idade máxima para dirigir. O que determina se o motorista está ou não em condições de conduzir um veículo é o exame de sanidade física e mental, que, após os 65 anos, deve ser feito no máximo de três em três anos, e não mais a cada cinco anos. Quando a pessoa já não consegue passar nesse exame, ela se torna inapta a conduzir um automóvel, e sua CNH não é renovada. Por não existir uma idade estabelecida para que o idoso deixe de dirigir, os familiares podem ajudá-lo a perceber quando é a hora de abandonar o volante de forma amigável e sem pressioná-lo.

Ter paciência ao dividir uma via com um idoso no volante é ser gentil e entender que um dia você estará no lugar dele, podendo passar pelas mesmas dificuldades. Por fim, o comportamento mais seguro no trânsito em qualquer fase da vida é seguir as normas, leis de trânsito, respeitar os demais e dirigir com cuidado e responsabilidade. ;D

E você?  Conhece algum idoso que insiste em não largar o volante? Ou tem uma avó ou avô que dirige muito bem? Conte pra gente!

04 jan
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Você sabe o que é Direção Defensiva?

Categorias: Curiosidades, Dicas, trânsito

Muito já se ouviu falar sobre Direção Defensiva, mas você sabe o que isso de fato significa?

Dirigir defensivamente significa preservar a vida. Isto é, conduzir o veículo sem colocar em risco a sua vida e a de outras pessoas, prestando atenção aos riscos em potencial e ter a capacidade de tomar decisões num curto espaço de tempo. Trata-se do conjunto de medidas e procedimentos necessários para prevenir ou minimizar as consequências dos acidentes no trânsito.

Você sabia que, em 64% dos casos de acidente, a culpa é do condutor? De acordo com pesquisas realizadas em todo o mundo, em 30% dos acidentes os problemas são de origem mecânica dos veículos e que apenas 6% estão relacionados a problemas estruturais da via.

Existe uma teoria de que todo acidente de trânsito é causado por uma falha humana relacionada à negligência, imprudência, distrações ou imperícia dos motoristas. Aprender sobre Direção Defensiva é, hoje, indispensável no aperfeiçoamento dos condutores – apesar de não ser mais obrigatório nos cursos de renovação de CNH desde 2005 por decisão do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

O Porto Seguro Auto tem este benefício para os clientes Auto Jovem. Adotar um comportamento defensivo é mais do que ter a consciência de prevenir acidentes. É ser prudente e, sobretudo, gentil. Repasse essa ideia!

29 dez
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A origem do cinto de segurança e sua importância

Categorias: Curiosidades, Dicas, Gentilezas

Na Europa dos anos 20, os poucos carros que existiam nas ruas não alcançavam velocidade de 30 km/h. Mas, ainda assim, eram responsáveis por causar acidentes que impressionavam médicos que estavam acostumados a lidar com ferimentos de guerras.

Ao contrário do que se pensa, o cinto de segurança foi criado pelos próprios condutores. Tudo começou com a repercussão causada pelas notícias de acidentes automobilísticos, nos quais as pessoas eram projetadas pra fora de seus veículos após colisões.

Os cintos não eram oferecidos, originalmente, pelas montadoras: eram caseiros e improvisados com cordas e outros materiais semelhantes, presos por dois pontos no banco do motorista. Somente após alguns anos, as montadoras começaram a vender cintos de segurança, mas separadamente.

No entanto, as vendas foram um fracasso devido à qualidade do produto, que se assemelhava muito ao produzido artesanalmente pela população.

O primeiro automóvel a vir com cinto de segurança original de fábrica foi o modelo Amazon, da Volvo. Ele chegou ao mercado em 1959, por ideia do engenheiro Nils Bohlin, que foi contratado para redesenhar os modelos da marca, patenteando o cinto como um acessório original e exclusivo. Dois anos depois, a Volvo liberou a patente para que qualquer montadora pudesse incorporar o cinto de segurança sem qualquer restrição.

O cinto de segurança é hoje considerado um dos acessórios mais importantes para a segurança dos passageiros de um veículo, sendo indispensável e de uso obrigatório na maioria dos países do mundo. Já são mais de 50 milhões de vidas salvas desde sua criação!

Se gostou dessa curiosidade, compartilhe com os seus amigos!

27 dez
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O que são e como funcionam os radares de trânsito

As festas de final de ano chegaram. Com elas, o verão e a vontade de viajar curtindo ao máximo os momentos com família e com os amigos. Se você acompanha o blog do Trânsito+gentil, provavelmente, já deve ter lido o texto “Vai viajar no feriado? Não corra riscos!”, onde compartilhamos dicas de como escapar de problemas que seu carro pode apresentar durante a viagem. Caso não tenha lido, clique aqui.

Hoje, nós vamos falar sobre os radares de trânsito (ou “pardais” dependendo da região do Brasil), que, na verdade não são radares, mas sim sensores instalados nas pistas que trabalham em conjunto com uma câmera digital e um flash. E que são considerados “vilões” por muita gente que acaba sendo surpreendida com multas por infração.

Como funciona?

A bobina dupla é instalada sob o asfalto e detecta a presença dos carros. A distância entre elas, dividida pelo tempo de passagem do veículo, aponta a velocidade final de cada carro que cruza aquele trecho.  Se a velocidade for superior à permitida na rua (que já está previamente armazenada na memória do aparelho), uma foto da placa do carro é tirada e enviada automaticamente para o Detran, que tomará as devidas providências para localizar e penalizar o motorista infrator.

Em São Paulo, por exemplo, a Polícia Rodoviária Estadual está com planos para este verão: serão utilizados radares fixos, móveis e também em tablets conectados à internet, que vigiarão as rodovias fiscalizando, em tempo real, se a documentação do carro está em dia, tendo a placa do veículo como base. Além de radares, a Polícia Rodoviária pretende usar bafômetros nas saídas da capital.

E você, está em dia com a documentação do seu carro? Se não estiver, procure o Departamento de Trânsito mais próximo para se regularizar. Se for viajar para o réveillon, não ultrapasse o limite de velocidade para não se colocar em risco e não ser surpreendido pelos radares. Seja gentil nas estradas: zele pela sua segurança e a dos outros também! ;D

28 nov
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Não fique preso no trânsito! Use o PortoVias.

Imagine se pudéssemos abrir o trânsito para atravessá-lo, como Moisés abriu o Mar Vermelho? Como não é possível fazer isso, o Porto Seguro Auto desenvolveu o PortoVias: um serviço que compara as rotas diferentes que você cadastrar, indicando qual é o caminho mais rápido até o seu destino naquele exato momento.

Por meio de um sistema de trânsito online, o serviço indica o caminho mais rápido considerando não apenas a distância, mas também as condições de tráfego. Quando você se planeja com o PortoVias, você economiza tempo, se estressa menos e consegue ser mais gentil no trânsito.

Se você perdeu o comercial que estreou ontem no intervalo do Fantástico, assista a ele agora mesmo e entenda melhor esse serviço que vai facilitar a vida de muita gente:

Atualmente, esse serviço está disponível apenas para a Grande São Paulo e região metropolitana do Rio de Janeiro, mas, em breve, expandiremos para outras cidades do País.

Se gostou, não deixe de cadastrar o http://www.portovias.com.br/ nos seus favoritos e instalar o aplicativo no seu iPhone, fazendo o download gratuitamente na Apple Store, diretamente do seu aparelho.

Compartilhe e apresente o PortoVias aos seus amigos! Agora, ninguém vai poder usar o trânsito como desculpa para chegar atrasado. =)

24 nov
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Cuidado redobrado ao dirigir na chuva

O verão já está aí e, com ele, as altas temperaturas que acabam acarretando em muitas e muitas nuvens escuras e carregadas.

Se puder, evite sair do local em que está, principalmente em caso de chuva forte. Em outros casos, você pode até pegar o seu carro e sair distribuindo gentilezas. Porém, redobrando a atenção, ligando o para-brisa e, principalmente, os faróis. Assim, você fica mais visível para os outros carros, guiando os outros motoristas pelas suas luzes, mantendo uma distância segura e evitando colisões.

Em momento algum, deve-se ligar o pisca-alerta com o carro em movimento. Sua correta utilização é fundamental para sinalizar aos demais motoristas que o seu veículo encontra-se parado por alguma falha ou apenas sinalizando um possível problema na pista. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB), por meio do artigo 251, parágrafo 1º, prevê que o pisca-alerta deve ser utilizado somente em imobilizações ou em situações de emergência. Por tanto trafegar com ele em funcionamento constante é um erro.

É muito provável que os vidros do carro embacem e isso acontece pela diferença de temperatura dentro e fora do carro, além do excesso de umidade da chuva. Tenha sempre uma flanela limpa e seca no porta-luvas para passar do lado de dentro do vidro quando isso acontecer. Evite usar as mãos, pois a gordura natural da pele só piora a situação.

Não freie bruscamente e nem faça manobras perigosas, lembre-se de que os outros motoristas que estão ao seu redor também estão com dificuldades de visão. Por isso, ande devagar.

Os pneus ficam bem menos aderentes no asfalto com a pista molhada, que acaba ficando escorregadia com a mistura de óleo, poeira e fuligem. A aquaplanagem é o que acontece quando o carro atravessa uma “lâmina” de água e os pneus perdem o contato com a pista. Para identificar se existe tendência a esse fenômeno, repare, pelo retrovisor, a marca deixada pelos pneus na pista molhada. Se estiver visível, o risco é baixo. Se não estiver tão nítida, cuidado: reduza a velocidade. Sem o controle do carro, o motorista vira um mero passageiro. Nessa situação, não é recomendado frear, acelerar, tampouco virar o volante (mesmo porque não existe tração). Melhor é tirar o pé do acelerador e manter o volante firme e reto. Depois, preste muita atenção, já que os pneus podem recuperar a tração em momentos diferentes e o veículo ser puxado para um dos lados, provocando acidentes. Se o que vai acontecer numa aquaplanagem é loteria, ajudar a prevenir está em suas mãos. =)

Gostou das dicas? Comente e não deixe de compartilhar com seus amigos!