O número de carros nas metrópoles brasileiras tem aumentado consideravelmente, resultando em engarrafamentos sem fim. Além dos próprios motoristas, todos são prejudicados. Muitos priorizam a comodidade do carro. Mas, e se pegar carona fosse uma gentileza mais frequente na vida de quem não pode depender do trânsito?
Essa é a melhor pedida se você mora perto de amigos, parentes e colegas de trabalho que fazem trajetos similares ou caminhos complementares aos seus.
Hoje, por conta da internet, ficou ainda mais fácil adotar essa prática. Como quase todos os seus amigos compartilham localizações (como locais de trabalho, lazer e afins), é mais fácil descobrir oportunidades de carona com um de seus contatos do Facebook ou do Twitter, por exemplo.
Além disso, existem sites especializados para achar pessoas que moram e trabalham em locais próximos. Os interessados podem combinar a divisão de custos (com combustível ou estacionamento, por exemplo). Quem participa da iniciativa deixa mais espaço livre no trânsito, economizando combustível, dinheiro e paciência. Lembrando que evitar o uso de mais carros não traz benefícios apenas para o seu bolso e para o trânsito: o meio ambiente também agradece pela menor emissão de CO2.
Se você optar por um desses sites, só precisa se cadastrar. Os motoristas podem apontar os trajetos em que pretendem oferecer carona (sejam diários ou apenas nos finais de semana) a partir de um sistema simples, que inclui mapas para facilitar a pesquisa. E quem procura por uma carona pode buscar os trajetos disponíveis e entrar em contato com os motoristas para combinar os detalhes.
Para evitar problemas, os serviços de carona solidária possuem regras e apresentam formas de conhecer os usuários cadastrados – como recomendações de quem já pegou carona e indicações de pessoas conhecidas.
É possível pesquisar bastante sobre os caroneiros ou motoristas antes de combinar a sua carona (e a gente recomenda que você não deixe de fazer isso!).
Mas, agora queremos saber a sua opinião: pegar ou oferecer carona vale a pena ou é muito inconveniente? Comente e compartilhe essa ideia com os seus amigos e vizinhos!
Melhores fotos e vídeos produzidos pela galera no #showtmg!
#transitomaisgentil com Ângela Dip e Eduardo Martini
Seu Lili Feelings 









Na Europa dos anos 20, os poucos carros que existiam nas ruas não alcançavam velocidade de 30 km/h. Mas, ainda assim, eram responsáveis por causar acidentes que impressionavam médicos que estavam acostumados a lidar com ferimentos de guerras.