Trânsito + Gentil

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O Movimento Trânsito + Gentil propõe uma mudança de atitude. A gentileza pode ser multiplicada e crescer junto com o número de carros que circulam na cidade.

Conheça os apoioadores

Veja quem já apóia o Trânsito + Gentil no Facebook. Aproveite e entre também para este grupo.

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13 jan
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Os motoristas de primeira viagem

É comum e todo mundo que dirige, com certeza, já passou por isso!

cnh

Todo jovem, ou pelo menos boa parte deles, tem o sonho de tirar sua carteira de habilitação e começar a dirigir. Por se espelharem nos pais, os adolescentes ficam com essa vontade por muitos anos até que finalmente alcançam a maioridade e podem iniciar seu sonho.

Ter uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas mãos aumenta a mobilidade e a sensação de liberdade de ir e vir, mas nem sempre isso pode ser considerado um passe livre para fazer o que quiser nas ruas. A prática da direção e a confiança vêm gradativamente com o tempo.

Algumas pessoas aprendem a dirigir muitas vezes sob a supervisão de seus pais, de forma incorreta, podendo absorver certos vícios mecânicos e até práticas erradas. A forma correta de  aprender a dirigir é frequentando um Centro de Formação de Condutores juntamente com a Auto Escola. Antes do atual Código de Trânsito Brasileiro entrar em vigor, não existia a obrigatoriedade da realização de aulas teóricas nem práticas para os candidatos à primeira habilitação. E nada se falava sobre conteúdos específicos de trânsito a serem estudados. Com o atual CTB, muita coisa mudou. Hoje, segundo a Res.285/08, é necessário o estudo de 45 horas/aula teóricas e 20 horas/aula práticas no mínimo para concluir o curso.

Após a aprovação no exame para retirada da CNH, o jovem recebe a Permissão para Dirigir, que possui validade de um ano. Ao término deste período, o condutor poderá solicitar a CNH definitiva, desde que não tenha cometido nenhuma infração grave ou gravíssima, nem sido reincidente em infração média. Se tiver se envolvido em quaisquer das questões acima, deverá iniciar todo o processo de habilitação novamente.

Em outros países, como nos Estados Unidos, o cidadão pode iniciar o curso de direção aos 16 anos e conquistar o direito de conduzir. Isso ocorre porque lá a questão da gentileza, da conscientização e da educação no trânsito em campanhas feitas pelo governo ocorre de forma mais incisiva. Isso sem dizer que as leis são mais rigorosas e as multas mais severas.

No Brasil, a idade mínima para dirigir é de 18 anos. Por isso, por mais que a vontade dos filhos de dirigir e dos pais de ensinar seja grande, seja prudente e respeite as leis do País. ;D

29 dez
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A origem do cinto de segurança e sua importância

Categorias: Curiosidades, Dicas, Gentilezas

Na Europa dos anos 20, os poucos carros que existiam nas ruas não alcançavam velocidade de 30 km/h. Mas, ainda assim, eram responsáveis por causar acidentes que impressionavam médicos que estavam acostumados a lidar com ferimentos de guerras.

Ao contrário do que se pensa, o cinto de segurança foi criado pelos próprios condutores. Tudo começou com a repercussão causada pelas notícias de acidentes automobilísticos, nos quais as pessoas eram projetadas pra fora de seus veículos após colisões.

Os cintos não eram oferecidos, originalmente, pelas montadoras: eram caseiros e improvisados com cordas e outros materiais semelhantes, presos por dois pontos no banco do motorista. Somente após alguns anos, as montadoras começaram a vender cintos de segurança, mas separadamente.

No entanto, as vendas foram um fracasso devido à qualidade do produto, que se assemelhava muito ao produzido artesanalmente pela população.

O primeiro automóvel a vir com cinto de segurança original de fábrica foi o modelo Amazon, da Volvo. Ele chegou ao mercado em 1959, por ideia do engenheiro Nils Bohlin, que foi contratado para redesenhar os modelos da marca, patenteando o cinto como um acessório original e exclusivo. Dois anos depois, a Volvo liberou a patente para que qualquer montadora pudesse incorporar o cinto de segurança sem qualquer restrição.

O cinto de segurança é hoje considerado um dos acessórios mais importantes para a segurança dos passageiros de um veículo, sendo indispensável e de uso obrigatório na maioria dos países do mundo. Já são mais de 50 milhões de vidas salvas desde sua criação!

Se gostou dessa curiosidade, compartilhe com os seus amigos!

19 dez
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Palhaços e psicólogos a um sorriso de distância

“Psicólogos do Trânsito”: é assim que o grupo de cinco amigos se apresenta pelas ruas da cidade de São Paulo.

Aplicar a arte do palhaço nas ruas em troca de sorrisos é o objetivo dos Psicólogos do Trânsito. O projeto é baseado na ONG Doutores da Alegria, que usa alegria, humor e diversão para ajudar na recuperação de crianças doentes.

Criado por Guilherme Brandão, o coletivo estreou em agosto de 2010 e atua em São Paulo, mais especificamente nas faixas de pedestre. Tudo para descontrair quem está de passagem pelas ruas.

O projeto vem ganhando notoriedade e reconhecimento a cada dia, com sucesso proporcional ao retorno dos motoristas – que geralmente retribuem com alegria e muitas buzinadas. No vídeo abaixo, os meninos contam um pouco mais sobre a história dos Psicólogos do Trânsito, além de mostrar o trabalho na prática.

A ONG não tem fins lucrativos e visa humanizar cada vez mais o trânsito da capital paulista, diminuindo o estresse dos motoristas e semeando sorrisos por onde passa. Tudo isso sempre usando a menor das máscaras – o nariz vermelho do palhaço!

E, nesta semana do Natal, o Trânsito+gentil se juntou a eles para distribuir 10 mil rosas brancas e kits com adesivos no cruzamento da Rua Henrique Schaumann com a Rua Teodoro Sampaio – de segunda a sexta-feira, das 19h30 às 21h (exceto em dias de chuva).

Acesse o site oficial do projeto para ter mais informações sobre agenda, parceiros e contato:

http://psicologosdotransito.org

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16 dez
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Os valores da gentileza e da cordialidade no trânsito

Você sabia que em países mega populosos (como a Índia) os carros têm que dividir as ruas com ciclistas, pedestres, cachorros, cavalos e até elefantes? Pois saiba que é verdade! E isso acontece devido à falta de calçadas, guias e escassa sinalização de trânsito.

Quem acompanha os nossos canais nas redes sociais pôde assistir, há algumas semanas, este vídeo onde se pode ver claramente a situação caoticamente organizada do trânsito em um dia normal na cidade de Vadodara: http://gentil.vc/6r

Por outro lado, contrastando completamente com a situação dos países asiáticos, na Suíça, o trânsito é tão bem organizado que os condutores chegam a parar diante de faixas de pedestre vazias – tudo pelo respeito à sinalização. Enquanto isso, São Paulo tem o 6º trânsito mais desgastante do mundo (de acordo com estudos internacionais divulgados na Conferência Internacional de Trânsito da Europa), seguido de perto por Nova Déli.

Muitas vezes, uma discussão mais acalorada entre condutores termina em violência. “Em cidades grandes, muitos motoristas já saem de casa prontos para atacar ou se defender.” – trecho do livro “Por Que Dirigimos Assim?”, do jornalista americano Tom Vanderbilt.

Fiscalizações e multas, muitas vezes, não são suficientes para reeducar quem já tem os seus vícios de direção. Não há leis que ensinem às pessoas os valores da gentileza, do respeito e da cordialidade.  É com a família que aprendemos a ser educados – e nosso comportamento como motoristas reflete o que aprendemos ao longo da vida.

E você, faz a sua parte? Como repassa os valores de gentileza na vida e no trânsito para os seus filhos? Comente e compartilhe suas experiências com a gente! :D

18 nov
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A Gentileza que me contagiou

Conheci a campanha Trânsito+gentil logo no início, pois, tudo que se refere à palavra gentileza já me atraia há alguns anos – acredito que seja por conta do Sr. Gentileza (RJ). Costumo dizer que ser educado não basta. E ser gentil é ser “educadamente doce”.

A campanha me encanta por acreditar que ser gentil deveria ser um exercício diário, primeiro com nós mesmos, ao nos alimentarmos, ao não nos excedermos na bebida, entre outros aspectos. Depois, com os familiares, amigos, animais de estimação, e, por fim, com o próximo – sabendo que isso revigora a alma, nos aquece o coração e nos faz mais complacente, serenos e sábios.

De nada adianta ter um adesivo da campanha no carro e jogar lixo na rua, tratar mal um animal ou gastar água em demasia. A consciência de ser gentil no trânsito nos torna mais conscientes em muitos outros momentos, inclusive no que diz respeito ao próximo.

Nas ruas, nos restaurantes, estádios de futebol, transportes públicos, nas escolas, parques, danceterias e em todos os lugares que se tem mais de duas pessoas, é possível ser gentil com pequenos atos: um sorriso, uma palavra, um abraço, um minuto em que esperamos alguém atravessar uma rua e tantos outros.

Vejo que as pessoas podem e estão, sim, melhorando e se conscientizando de que é preciso uma mudança em seus atos, com mais cordialidade e cuidado.

A meu ver, o álcool ainda é um dos maiores motivos de tantos acidentes e o que vemos sobre este assunto é “mais falação e menos ação”.

Vamos tentar semear atitudes de gentileza! Tenho pensado diariamente em vocês do Trânsito+gentil quando saio de casa e, com isso, acabo exercitando ainda mais a gentileza no meu dia a dia! Desejo isso a todos!

Muito obrigada pelo gentil convite para escrever aqui para o blog.

Adorei!

Chris Medeiros é representante comercial, mora em Navegantes (SC), casada, carioca, ama a família, amigos e o seu cachorro. Gosta de ler, dançar, rir, cantar, praticar a gentileza e contemplar a vida em todo seu esplendor “Admiro o cuidado que podemos ter com o outro e tenho muito orgulho de ser quem sou!” – conclui.


11 nov
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Vai viajar no feriado? Não corra riscos!

O feriado vai chegando e, com ele, o calor, o final de ano, as viagens e aquela imagem desoladora: famílias inteiras à beira da estrada: são os “sem-revisão”, à espera do socorro de um guincho para retirar seus carros dali.

Que tal escapar desse problema? Basta verificar – além dos itens visíveis como pneus, luzes e motor – aquelas peças que ficam “escondidas” no seu carro e podem transformar um sonhado descanso em família numa baita dor de cabeça.

Por isso, é importante saber o que se deve ou não trocar para aproveitar o passeio e não gastar tempo e dinheiro com serviços desnecessários. E, mais importante ainda, é viajar com toda a segurança. Assim, a sua única preocupação será praticar um Trânsito+gentil pelo caminho.

Manutenção preventiva

Os elementos de borracha são quase sempre esquecidos e devem ser verificados mesmo em carros que rodam bem pouco. É que esse material se decompõe naturalmente: em geral, a vida útil é de cinco anos, no máximo. As peças são simples e não são caras. Mas, podem criar problemas grandes. Uma rachadura na mangueira do radiador, por menor que seja, pode danificar parte do motor, por exemplo.

As correias também devem ser revisadas. Para protegê-las, assim como outros itens de borracha, basta lavar com água.

Uma boa revisão engloba todos componentes de segurança, começando pelas rodas e pneus. Falta de pressão correta, rodas desbalanceadas e direção desalinhada aumentam o consumo de combustível e comprometem outras peças (principalmente da suspensão). Isso é perigoso porque reduz a pronta resposta do carro aos comandos do motorista.

No sistema de freios, a atenção vai para as pastilhas, discos, lonas e fluido. As pastilhas têm uma marca na lateral onde é possível verificar a vida útil. Com até 50% de desgaste, ainda é seguro seguir viagem. O próprio barulho na hora em que você freia mostra se é hora de trocá-las. Já o fluido não evapora. Então, se ele estiver baixo, o certo é verificar se tem vazamento e não completá-lo.

Na suspensão, vale checar amortecedores, buchas e batentes. Amortecedores ineficientes deixam as respostas do carro mais bruscas aos buracos e a estabilidade do carro pode ficar comprometida.

O limpador de para-brisas é outro equipamento esquecido e que precisa estar funcionando bem. Se as borrachas das palhetas estiverem gastas, a visibilidade na chuva fica seriamente comprometida.
Verifique também o encaixe da palheta na haste de fixação.

A manutenção preventiva é uma gentileza com o seu carro, com a sua família e com os amigos que irão acompanhar você em suas viagens!

Se você tem alguma outra dica, envie pra gente. Compartilhe! Vamos fazer um Trânsito+gentil e mais seguro em nossas estradas neste feriado!

Para saber mais sobre como cuidar do seu carro ou agendar uma visita a um dos Centros Automotivos Porto Seguro, acesse: http://gentil.vc/6h

Fonte: adaptação do texto de Fernando Miragaya – UOL http://gentil.vc/6e

07 nov
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Gentileza é reconhecer o próprio erro

Na semana passada, fomos surpreendidos por uma publicação um tanto inusitada em nossa página do Facebook: uma foto de um bilhete, enviada por Jean Gomes.
Jean mora em Recife (PE) e nos contou que o bilhete foi deixado no parabrisa de um carro que estava estacionado em frente ao prédio em que ele mora.
Por um descuido qualquer, a pessoa acabou arranhando o parachoque daquele carro. E, como forma de se desculpar, escreveu gentilmente um bilhete, pedindo desculpas e deixando seu número de telefone para que o (a) dono (a) pudesse localizá-lo.
<foto do bilhete>
“Não conhecemos a pessoa que escreveu o bilhete, nem quem teve o carro prejudicado. Mas, uma coisa nós sabemos: que esta atitude vai muito além de respeitar o próximo. Foi um reconhecimento de um erro e também uma grande gentileza. É muito provável que o dono do carro arranhado fique surpreso com a atitude. E, agora, para negociar o conserto do automóvel, ambos estarão mais calmos, já que este gesto mostra que a outra pessoa assumiu o erro, se preocupou com o próximo”, conclui Jean.
Fica então uma questão para refletir: será que você teria a mesma iniciativa ao bater num carro parado na rua? Ou sairia de fininho?
Você tem alguma história parecida e gostaria de contar pra gente no blog do Trânsito+gentil? Deixe seu comentário! E, se gostou da história, não se esqueça de compartilhá-la com seus amigos. ;D

Na semana passada, fomos surpreendidos por uma publicação um tanto inusitada em nossa página do Facebook: uma foto de um bilhete, enviada por Jean Gomes.

Jean mora em Recife (PE) e nos contou que o bilhete foi deixado no parabrisa de um carro que estava estacionado em frente ao prédio em que ele mora.

Por um descuido qualquer, a pessoa acabou arranhando o parachoque daquele carro. E, como forma de se desculpar, escreveu gentilmente um bilhete, pedindo desculpas e deixando seu número de telefone para que o (a) dono (a) pudesse localizá-lo.

Não conhecemos a pessoa que escreveu o bilhete, nem quem teve o carro prejudicado. Mas, uma coisa nós sabemos: que esta atitude vai muito além de respeitar o próximo. Foi um reconhecimento de um erro e também uma grande gentileza. É muito provável que o dono do carro arranhado fique surpreso com a atitude. E, agora, para negociar o conserto do automóvel, ambos estarão mais calmos, já que este gesto mostra que a outra pessoa assumiu o erro, se preocupou com o próximo.

“Estaciono meu carro em frente ao meu prédio pois só temos 2 vagas para 3 carros, chegando com minha namorada num domingo a noite, vi esse bilhete no para-brisa de um FOX, realmente o carro estava ralado no pára-choque, uma bobagem que talvez saísse com uma cera especial. Bastante surpreso, resolvi tirar uma foto do meu celular e compartilhar com meus amigos, é uma situação rara de se ver, na verdade, nunca soube de nada parecido aqui no Brasil, relatos igual a esse eu só ouvi na europa, quando morei por la entre 2001 e 2002.

O que testemunhei infelizmente é uma prática muito rara ao invés de corriqueira. Chegamos ao ponto de exaltar o que deveria ser um comportamento normal, de um cidadão de bem.

Apesar de tudo, ainda fico feliz em saber que existem pessoas com tal atitude, que valorizam a honestidade e que se sentem bem com isso.” – Conclui Jean.

Fica então uma questão para refletir: será que você teria a mesma iniciativa ao bater num carro parado na rua? Ou sairia de fininho?

Você tem alguma história parecida e gostaria de contar pra gente no blog do Trânsito+gentil? Deixe seu comentário! E, se gostou da história, não se esqueça de compartilhá-la com seus amigos. ;D

24 out
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Quem está na chuva é para se molhar?

Categorias: Acontece, Gentilezas, trânsito

Todo mundo já deve ter ouvido a expressão “quem está na chuva é pra se molhar”. Ela quer dizer mais ou menos isso: “quando alguém faz uma determinada escolha, deve assumir todas as regras e consequências decorrentes dela”.
Por isso, quem participa da nossa causa e se engaja nela, deve assumir que, a partir dessa escolha, é preciso adotar uma nova postura no dia a dia. E é preciso saber que, em alguns momentos, você irá se questionar se deve insistir ou não nesta “missão” – o que é natural em um processo de mudança.
Quem nos acompanha, sabe que já tivémos muitos relatos de gentilezas e não gentilezas. Alguns dos nossos apoiadores nos dizem que viram um carro ou moto com o adesivo e que os motoristas não eram nada gentis. Por isso, a gente propõe uma reflexão: o que é ser gentil?
Quem nunca aqui falou de gentilezas, mas, logo em seguida, perdeu a gentileza ao ser vítima de alguma falta de gentileza? Isso nos faz pensar e questionar se todos merecem ser tratados dessa maneira, já que podemos ser tratados de forma respeitosa pelos outros, não é verdade?
Concordamos que não é nada fácil ser gentil o tempo todo, pois algumas pessoas retribuem e outras não – e outras ainda fazem questão de demonstrar que não estão nada dispostas a serem gentis com a gente. É por isso que insistimos que participar do movimento Trânsito+gentil não é uma garantia absoluta de que todos nós somos gentis o tempo inteiro, mas é um meio pelo qual nós refletimos, no dia a dia, como a gentileza deve se tornar um agente transformador e motivacional.
Por isso, além de mostrar que está disposto a praticar e receber gentilezas, colando o adesivo, ou mesmo nos acompanhando nas redes sociais, é um começo. Mas, só isso não basta. É importante levar para as ruas, praticando muitas gentilezas pelos caminhos que você percorre todos os dias, para chegar ao trabalho, faculdade, escola dos filhos, academia etc. Afinal, quem está na chuva é para se molhar. =)
Ser gentil é um ato que parte de você para os outros, sem esperar nada em troca naquele exato momento. Ser gentil é um exercício. E as recompensas, nem sempre, são imediatas.

Todo mundo já deve ter ouvido a expressão “quem está na chuva é pra se molhar”. Ela quer dizer mais ou menos isso: “quando alguém faz uma determinada escolha, deve assumir todas as regras e consequências decorrentes dela”.

Por isso, quem participa da nossa causa e se engaja nela, deve assumir que, a partir dessa escolha, é preciso adotar uma nova postura no dia a dia. E é preciso saber que, em alguns momentos, você irá se questionar se deve insistir ou não nesta “missão” – o que é natural em um processo de mudança.

Quem nos acompanha, sabe que já tivemos muitos relatos de gentilezas e não gentilezas. Alguns dos nossos apoiadores nos dizem que viram um carro ou moto com o adesivo e que os motoristas não eram nada gentis. Por isso, a gente propõe uma reflexão: o que é ser gentil?

Quem nunca aqui falou de gentilezas, mas, logo em seguida, perdeu a gentileza ao ser vítima de alguma falta de gentileza? Isso nos faz pensar e questionar se todos merecem ser tratados dessa maneira, já que podemos ser tratados de forma respeitosa pelos outros, não é verdade?

Concordamos que não é nada fácil ser gentil o tempo todo, pois algumas pessoas retribuem e outras não – e outras ainda fazem questão de demonstrar que não estão nada dispostas a serem gentis com a gente. É por isso que insistimos que participar do movimento Trânsito+gentil não é uma garantia absoluta de que todos nós somos gentis o tempo inteiro, mas é um meio pelo qual nós refletimos, no dia a dia, como a gentileza deve se tornar um agente transformador e motivacional.

Por isso, além de mostrar que está disposto a praticar e receber gentilezas, colando o adesivo, ou mesmo nos acompanhando nas redes sociais, é um começo. Mas, só isso não basta. É importante levar para as ruas, praticando muitas gentilezas pelos caminhos que você percorre todos os dias, para chegar ao trabalho, faculdade, escola dos filhos, academia etc. Afinal, quem está na chuva é para se molhar. =)

Ser gentil é um ato que parte de você para os outros, sem esperar nada em troca naquele exato momento. Ser gentil é um exercício. E as recompensas, nem sempre, são imediatas.

18 out
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Para não deixar a gentileza pelo caminho

Categorias: Colaboração, Gentilezas

Por Simone Miletic

Há alguns dias, recebi um gentil convite: escrever sobre gentileza no trânsito para o site Trânsito+gentil da Porto Seguro. Pois eu não fui nada gentil: me comprometi a escrevê-lo e, no corre e corre do dia a dia, nunca o entreguei.
E isso valeu uma reflexão: quantas vezes, nessa falta de tempo em que vivemos, não deixamos de lado pequenas gentilezas? Quantas vezes não entramos no elevador do prédio, já ocupado, e nem falamos bom dia?

Cansados, estressados, então, deixamos de lado não só a gentileza como a boa educação. Na disputa para entrar pela porta do trem, do metrô, ao pararmos na escada rolante do lado esquerdo, ao darmos aquela corridinha quando o farol já está quase vermelho (alguns motoristas parecem ter uma cor a mais, entre amarelo e vermelho, que sempre garante que não fiquem parados), ao não darmos passagem, é o pedestre que atravessa na faixa sem olhar, sem respeitar o farol de pedestre, ao virmos pela pista da esquerda para logo ali entrar à direita.

O que nos escapa é que essa falta de gentileza acaba por nos deixar mais tristes e, sim, mais estressados. O ato do simples sorriso ajuda não só quem recebe, mas, “amolece” as feições de quem o dá.
Há um tempo li Linguagem das Emoções e em determinado capítulo o autor contava como, em um estudo científico, eles conseguiram identificar que, ao tentar demonstrar a expressão que fariam, relacionada a determinado sentimento, as mesmas áreas do cérebro acionadas quando a emoção realmente acontecia também eram acionadas, ainda que em menor intensidade. Assim, ao tentar mostrar como seria seu sorriso em um momento de extrema felicidade, a pessoa passava a se sentir mais feliz que minutos antes.

Acho que exercitar a gentileza tem tudo a ver com esses sentimentos de melhora, algo até meio egoísta: quando eu sou gentil fico tão orgulhosa de mim mesma!
E, dizem por aí, para se tornar rotina, algo precisa ser praticado por pelo menos três meses: então, vamos fazer um esforço inicial, tentar ser gentil sempre, até nos momentos mais difíceis e estressantes, como naquele congestionamento de sexta à tarde, véspera de feriado prolongado, para virar rotina e podermos nos orgulhar do que fazemos?
Eu vou me esforçar e o primeiro passo está aqui, no texto que não havia escrito e num pedido de desculpas pela demora.

A Simone é viciada em seriados de TV. E parece que também é viciada em escrever em seus blogs. Tem dois e cuida muito bem deles: http://soseriadosdetv.com/ e http://smiletic.com/ É
Esposa, mãe, ciclista, leitora, viajante, administradora, contadora, de número e de histórias, como ela mesma diz. Segue o Trânsito+gentil e só soube que também a seguíamos quando recebeu o convite para escrever aqui. =D

14 out
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Não opte pelo mau humor

Categorias: Colaboração, Gentilezas

Por Gabi Bianco

Hoje, vindo para o trabalho, uma moça num carro grande dirigia à minha frente. Ela me fechou, mudou de pista sem dar seta, acelerou e jogou o carro em cima dos outros. Em determinado momento, fiquei irritada e dei uma buzinada – nada muito sério não, só aquele “bi bi” rápido pra mostrar que estava ali. A resposta dela? Fez um gesto com o braço e me xingou.

Olhei para o rosto dela. Sobrancelhas contraídas, os lábios apertados, olhar raivoso, rosto exausto. Na hora, ao invés de ficar doida de raiva e ter vontade de gritar com ela, me bateu um sentimento de empatia: aquela moça estava muito cansada.

Claro que cansaço não é desculpa pra dirigir de maneira imprudente, de forma alguma. Mas, a expressão exausta da moça fez com que, em vez de gritar de volta, minha resposta fosse um sorriso de leve. Uma vontade de parar o carro, abraçá-la e dizer “Calma, moça. Vai dar tudo certo, você vai chegar aonde precisa ir, eu também, aí a gente vai trabalhar e no fim do dia vamos cada uma pra sua casa, a vida continua e seremos felizes. Não precisa berrar não. Vai ficar tudo bem”.

Porque, quando a gente está dirigindo, estressado, cansado, bravo pra caramba, a vontade sempre é gritar de volta, ofender, xingar, devolver na mesma moeda. Só que, se a gente fizer isso, todo mundo perde. Agressão verbal (ou física!) é uma grande bobagem. Pra quê gritar? Todo mundo vai chegar aonde precisa ir. A diferença é que você pode chegar estressado ou calmo. E calmo é sempre melhor.

A blogueira Gabi Bianco é ligada em tudo que acontece dentro e fora das redes sociais. Gosta de muita coisa, mas, não deixa de se informar sobre o que não gosta. Justamente por isso, o seu blog, http://casadagabi.com, vai além dos assuntos femininos. Muito além. ;D