Trânsito + Gentil

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O Movimento Trânsito + Gentil propõe uma mudança de atitude. A gentileza pode ser multiplicada e crescer junto com o número de carros que circulam na cidade.

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25 nov
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Cuidado! Animais na pista!

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A grande quantidade de animais que anda pelas margens das rodovias que recortam o espaço rural de todo o Brasil, tem causado sérios acidentes. Mesmo com o intenso trabalho dos policiais rodoviários, que recolhem, sistematicamente, esses animais para locais apropriados.

Ao viajar para zonas mais afastadas ou rurais, além de ter o cuidado com o próprio carro, fazendo uma manutenção rotineira e uma vistoria em um mecânico de sua confiança (http://gentil.vc/6v), é necessário ter muito cuidado com os animais que vivem nas zonas de mata que cercam as estradas.

Animais podem representar um risco extra à sua segurança e de sua família, já que são mais inesperados e imprevisíveis do que os outros veículos na estrada, por exemplo.

É sempre muito importante prestar atenção nas placas que indicam sua presença, pois, se elas foram instaladas ali, é porque muito provavelmente já houve acidentes envolvendo pessoas com estes animais a passagem deles por aquele trecho é comum.

Ao notar a possível presença de um animal tentando cruzar a estrada, diminua a intensidade dos faróis para não ofuscá-lo, reduza a velocidade e atente-se para estar preparado para frear o carro ou parar completamente, já que, geralmente, eles andam em bandos.

Com animais de grande porte, reduza a velocidade e nunca buzine. Ultrapasse por trás dos animais atravessados na pista, respeitando o limite de velocidade. Bois e vacas, por exemplo, nunca recuam, diferentemente dos cavalos, que podem ter reações inesperadas.

Já com animais de pequeno porte, a tendência natural é frear ou desviar deles, principalmente quando se está trafegando em alta velocidade. Antes de qualquer manobra, veja pelo retrovisor se vem algum carro atrás. Um movimento repentino pode provocar um acidente.

A gentileza é muito bem vinda com os animais também! Lembre-se de que eles não sabem os riscos que correm ao atravessar uma estrada. Faça sua parte e respeite as indicações, limites de velocidade e também os animais.

27 out
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Qual o seu limite? O que irrita você?

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A irritação, segundo o dicionário, é a ação que excita os nervos, os órgãos.

Alguns estudos dizem que quem fica irritado não é você e sim seus sentidos. Os sentidos existem como veículos de captação de informações. E você está recebendo dezenas de informações de todas as partes a cada instante.

Nossos sentidos são influenciados por crenças, regras, julgamentos e interpretações, sem contar as experiênicas que vamos adquirindo durante o dia, que funcionam como uma constante reprogramação do que é certo e errado.

E isso é um mecanismo de defesa do ego, que é alterado de acordo com as circunstâncias e o ambiente em que  você está inserido. A irritação é um desconforto que altera nosso humor e nos muda até mesmo fisicamente.

Mas, precisamos admitir que alguém só consegue nos irritar se estivermos “irritáveis”. É isso mesmo: ficar irritado depende da gente e não dos outros. Por isso, vale a pena entender o que te irrita e como você reage a isso. Será que o local em que vive está te incomodando? O trânsito está pesado?

Procure ver o que causa sua irritação e coloque sua paciência em prática, procurando sempre o seu ponto de equilíbrio. Esse será um bom começo, assim as situações e a reação de outras pessoas não te tiraram do sério. Lembre-se de que a decisão de ficar irritado é sua, assim como ser gentil também é uma decisão que cada um tem que tomar.

Conte pra gente o que te tira do sério, compartilhe! Vamos dizer não à irritação.

Fonte: Instituto União | Livro: O poder da gentileza. Rosana Braga.

30 ago
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Trânsito diário X engarrafamento surpresa

Pegar trânsito todos os dias tira a paciência de qualquer motorista. Mas pode ser ainda pior quando o engarrafamento o pega de surpresa, atrasando os seus compromissos. E como manter a gentileza em situações de extrema irritação?

Já pensou se todas as pessoas aplicassem os seus problemas no trânsito? Por isso, é muito importante ter em mente que gentileza e bom senso são aliados da segurança do trânsito, já que uma simples infração (uma ultrapassagem, atravessar a rua entre os carros etc.) pode resultar em um acidente.

Além de buscar informações do trânsito na TV ou rádio antes de sair de casa ou do trabalho, a dica do Trânsito+gentil para verfificar se há congestionamento nas ruas é usar o PortoVias, site que informa em tempo real as condições de trânsito. Se você está em São Paulo ou no Rio de Janeiro, pode cadastrar os trajetos que costuma realizar e o PortoVias compara as rotas e indica a que está fluindo melhor.

Saiba mais aqui: http://gentil.vc/ptvias

Bom caminho!

portovias

15 ago
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Zen no trânsito

Não é preciso ter a paciência de um monge e mestres de Yoga para enfrentar os engarrafamentos, mas é possível aprender com eles, por Patrícia Ribeiro – @patiribeiro18

Todos os dias a cena se repete. É só ligar o rádio depois das 5 horas em uma grande metrópole e as notícias são sempre as mesmas: engarrafamentos sem fim em quase todos os cantos da cidade. Se você é uma daquelas pessoas que depende do carro para trabalhar e, infelizmente, não pôde aderir à bike como meio de transporte por problemas estruturais ou de distância, deve passar boa parte do tempo preso dentro do carro, refém de um trânsito caótico e de motoristas que parecem ter esquecido todas as normas da boa educação. Haja Yoga para se manter sereno a tantas fechadas, buzinadas e congestionamentos.

Se tem consciência de que terá de enfrentar tudo isso, em vez de bufar, gritar ou ter pensamentos negativos do tipo “não vai dar tempo de chegar” ou “isso sempre acontece comigo”, por que não tentar algumas mudanças de atitude e perceber que é possível, sim, manter-se sereno no trânsito? Conversamos com professores de Yoga e com a mestre em zen budismo, monja Coen, que nos deram sábios conselhos e dicas para administrar o estresse atrás do volante.

Glauco Tavares, professor de Yoga e proprietário do Yoga Shivalaya, em São Paulo, conta uma história que aconteceu com ele: “Estava pensando na pergunta ‘por que praticar Yoga’ e com isso em mente entrei no carro e saí em direção à minha casa. Após uns cinco minutos deparei com um táxi fazendo uma conversão proibida e o motorista falando ao celular. Logo, quase colidi com o táxi. Minha reação naquele momento foi tirar o carro da lateral do taxista, atravessado na pista, e buzinar forte. Dois mil metros à frente, parei o carro em um semáforo e fui surpreendido com um soco no cotovelo por um homem, agora em pé, ao lado do meu carro, aos berros. Enquanto eu tentava argumentar para saber quem era aquele senhor, levei um ‘belo’ soco na boca sentado no banco do carro. Juro que fiquei sem reação, na verdade eu não acreditava. Então, aos gritos, aquele senhor disse que era o taxista. Mas me surpreendi com os próximos instantes: uma calma tão grande se fez presente, que a única coisa que eu dizia era para ele voltar para o seu carro, pois estava completamente fora de si. Aquela situação durou cerca de um minuto, mas mantive uma calma que não esperava. Voltei a dirigir mantendo a mesma serenidade, como se não houvesse ocorrido nada, minha respiração sob controle, um sentimento tão grande de compaixão por aquele homem, que estava visivelmente transtornado. Alguns segundos e uma voz silenciosa se manifestou: ‘Está aí sua resposta, é para isso que você pratica Yoga’. Confesso que a resposta poderia vir sem aquele soco na boca”, conta.

Yoga na prática

Essa história ilustra o que devemos ter em mente: não adianta apenas praticar na sala de aula, suar no mat, fazer pranayamas e meditar todos os dias se não levamos a prática para o nosso cotidiano. Também não adianta ouvir CDs de relaxamento, entoar mantras ou meditar com japamala depois de levarmos uma fechada ou quando todos os motoristas estiverem buzinando ao mesmo tempo. O ideal é cultivar uma mudança de pensamento antes de uma situação tensa. Marcos Rojo, coordenador do curso de pós-graduação de Yoga da UniFMU, diz: “Para os menos devocionais, ficar ouvindo repetidamente cantos ou mantras num momento de estresse poderá deixá-los ainda mais nervosos. Temos de ser sinceros. Não adianta ser hipócrita e ficar dizendo a si mesmo o tempo todo: ‘Eu sou um praticante de Yoga e por isso não vou ficar nervoso com este estúpido que me deu uma fechada’. Nessa altura, provavelmente você já ficou nervoso e está apenas se enganando. É preciso reagir antes que um estado não saudável se instale na mente. Ouvir CDs de aulas de grandes mestres sobre temas como o Bhagavad Gita ou Upanishads poderão distraí-lo, fazendo com que não se sinta perdendo tempo, caso você goste do assunto. Repetir um mantra também vai depender do envolvimento de cada um com a técnica. Embora não seja um bom momento para a meditação, é importante criar uma condição passiva, já que para os que moram em cidades grandes, o trânsito não é sua escolha, é fato”, conclui.

Mudança de atitude

Para aqueles momentos em que o trânsito não anda, fazer alguns exercícios respiratórios poderá deixá-lo mais calmo. Há métodos simples que qualquer um pode fazer, praticante de Yoga ou não.

Marcos Rojo enfatiza que o pranayama é uma preparação para a meditação e que os antigos yogis possivelmente achariam bizarro uma técnica tão sofisticada para um objetivo tão comum, e compara: “Seria quase o mesmo que convidar a Orquestra Filarmônica de Berlim para tocar Mamãe eu quero. Sendo assim, vamos considerar o controle do ritmo respiratório como estratégia para a diminuição do estado de ansiedade. Respirar lenta e profundamente pelas narinas, com a expiração pelo dobro do tempo da inspiração, contraindo um pouco a glote e emitindo um som muito suave (ujjayi pranayama) por pelo menos dez repetições, já será muito proveitoso para nos acalmar”, afirma.

De tanto ouvir as pessoas se queixando sobre o estresse no trânsito, a professora Nicole Witek, do instituto que leva seu nome em São Paulo, produziu um CD com técnicas de relaxamento para fazer durante engarrafamentos, no trabalho e em casa. “Aconselho acolher os sentimentos de frustração, raiva e aplicar os métodos de Yoga: buscar uma emoção positiva, focar a atenção na região do coração e continuar respirando calma e tranquilamente para que o sangue possa trocar sua química relativa ao estado de estresse (adrenalina, cortisol, açúcar) para uma química de bem-estar. É como se fosse uma minimeditação. Manter essa emoção positiva por alguns minutos reverte a produção de secreções no corpo que danificam a saúde e leva a um estado de tranquilidade”, explica.

Monja Coen ensina: “Verifique que não estamos sozinhos e que não é alguma coisa pessoal, contra nós especialmente. Alinhe a coluna vertebral e a cervical. Sinta seus pés, suas mãos, todo o seu corpo. Perceba o processo mental da impaciência, raiva, agonia, tristeza, alegria — porque muitas vezes ficamos alegres por algum engarrafamento que dificulta um encontro desagradável que fomos obrigados a marcar. Engarrafamento não é apenas horrível. Pode ser bom. Pode se fazer amigos, principalmente consigo mesmo. Esteja presente no que está sentindo e observe que tudo é passageiro. Se você estiver aflito, seja gentil com você. Não fale palavrões, não faça gestos rudes e ásperos, não queira estar em outro local. Não insulte a si mesmo. Não insulte a cidade, os carros, as pessoas, o trânsito. Pense em soluções melhores. Faça sugestões e as envie ao Departamento de Trânsito. Atue para transformar. Seja a transformação que quer no mundo. E lembre-se: se for pegar um bom engarrafamento, é melhor levar alguns alimentos no carro, água, sucos, livros, revistas, CDs. E não se esqueça de ir ao banheiro antes de sair. E, quando vir alguém muito bravo, cortando, xingando, buzinando, pense que essa pessoa nunca fez Yoga, nunca meditou, desconhece o Zen e o autocontrole e, quem sabe, esteja muito mesmo querendo ir ao banheiro. Dê passagem e o abençoe para que atinja seus objetivos com êxito, sucesso e em tempo hábil. Querer, pensar e fazer o bem faz muito bem”.

Algumas sugestões para fazer no carro:

- Lentamente leve o queixo para baixo, depois gire a cabeça para os dois lados como se a orelha fosse tocar os ombros.
- Inspire e expire fazendo movimentos circulatórios com os ombros para a frente várias vezes e depois para trás.
- Busque um bom posicionamento no banco do carro, ajeitando bem os ísquios para manter a coluna ereta.
- Traga os dedos dos pés na direção da tíbia e depois leve-os à frente esticando bem o peito do pé. Faça movimentos giratórios com os pés, ora no sentido horário, ora no sentido anti-horário.
- Pequenas massagens que podemos fazer nos ombros e pescoço, apertando e soltando, para melhorar a circulação local, também ajudam.

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Assim como a Patrícia, você também pode sugerir pauta para o Trânsito+gentil ou criar um texto para ser publicado aqui. ;D

14 mar
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Sabia que você pode ajudar a evitar alagamentos e contribuir com um trânsito bem mais gentil?

Já demos aqui algumas dicas para proteger o carro durante as enchentes. Mas… você também pode ajudar a evitar os alagamentos!

Perceberam que eles ocorrem principalmente nos meses de verão? Não é à toa que todo início de ano vemos nos telejornais imagens bem impressionantes de carros sendo arrastados pela água, pessoas tentando chegar a suas casas ou sair delas, levando apenas o pouco que consegue salvar. Isso quando não estamos lá, bem no meio da enchente!

Os alagamentos acontecem porque, nesse período, o volume das chuvas é muito grande. Mas não é só por isso! Esse caos no trânsito e nas cidades todo o país tem uma forte relação com as nossas atitudes, sabia?

É isso mesmo! De acordo com os especialistas, as principais causas para a elevação do nível de água nas cidades durante os períodos de chuvas são o enorme volume de lixo que nós, seres humanos, depositamos em locais inapropriados, além da ocupação urbana de áreas cada vez maiores.

A ocupação urbana é uma questão que requer mais tempo para resolver e envolve vários setores da sociedade. Mas, a gente pode contribuir (e bastante!) com a questão do lixo: descartando-o corretamente e, importantíssimo, conscientizando as outras pessoas a fazer o mesmo! Acredite: sem entulho nas vias públicas, em terrenos baldios, córregos, bueiros e rios as enchentes diminuirão muito.

O principal problema para as tubulações nas ruas são os produtos plásticos (como sacolas e garrafas PET). Além de formar uma barreira para o escoamento da água, eles demoram muuuitos anos para se decompor. Até móveis as pessoas jogam na rua, gente!

Mas como vocês, motoristas mais gentis, entram nessa história? Praticando e espalhando gentileza no trânsito, oras! Afinal, gentileza também é cuidar dos nossos caminhos, concordam? É não jogar lixo pela janela do carro (que isso é muita falta de educação) e separar tudo o que consumimos no trânsito para jogar na lixeira. Aquela lata de refrigerante e o saco de salgadinho ou de pipoca doce, então, nem pensar em jogar fora antes de chegar ao seu destino, certo?

E isso serve para quem está a pé, de carona, de bicicleta, de trem, metrô, ônibus, barquinho, jangada, navio (esquecemos de alguém?) e não apenas para os automotivos! A lição de tudo isso é simples: seja mais gentil com o meio ambiente e ele será bem mais gentil com a sua cidade – inclusive com o trânsito dela! Ou alguém aqui gosta de enfrentar as consequências das enchentes?

Agora conta pra gente: vocês já passaram algum aperto por causa de alagamentos? Já presenciaram ou praticaram alguma gentileza no trânsito quando houve uma enchente na sua cidade? E pessoas jogando lixos nas ruas?

18 fev
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Respeitar a vaga de deficiente é mais que uma gentileza.

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Tem outro adesivinho azul que a gente tem certeza que vocês já viram por aí. Sim, esse mesmo: o símbolo que indica acesso a pessoas com deficiência, dá preferência em transportes coletivos ou delimita vagas exclusivas em estacionamentos, sem sustos, obstáculos ou barreiras. Ele é nada menos que o Símbolo Universal da Acessibilidade.

É algo tão fácil de respeitar… sem falar que é lei! Mas, com a desculpa de estarem apressadas (ou, pasmem, de não terem visto aquele símbolo gigante pintado no chão), muitas pessoas que não têm nenhuma dificuldade de locomoção acabam estacionando nas vagas delimitadas e causando muito transtorno a quem realmente precisa delas.

Sobre esse problema, a TV Cultura está exibindo um comercial muito bacana da Associação Desportiva para Deficientes (ADD) que a gente acha que tem tudo a ver com o movimento Trânsito+gentil. O vídeo tem um tom de humor, mas a mensagem é simples e direta: “Quando você estaciona na vaga para deficientes você também está fingindo”.

É ou não é um absurdo alguém fingir ser cadeirante? Só que é importante ter claro em mente que, embora seja representado pela figura de um cadeirante, o símbolo é usado para todas as demais pessoas com deficiência física. Então muito cuidado antes de sair por aí maldizendo alguém só porque ela saiu andando de um veículo que estacionou em uma vaga demarcada. Pode ser uma supermancada!

O que diz a lei?

É fundamental que esses veículos conduzidos por pessoas com deficiência sejam identificados. O adesivo ainda continua valendo, mas, no ano passado, o Conselho Nacional de Trânsito decidiu disciplinar o uso das vagas especiais em todo país, permitindo que apenas às pessoas cadastradas e identificadas (seja pessoa com deficiência ou idoso) estacionem nas vagas especiais.

A Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo disponibiliza o Cartão DeFis–DSV, que é uma orientação especial gratuita para o estacionamento em vias públicas, zona azul, além de vagas em estabelecimentos públicos e privados demarcadas com o Símbolo Universal de Acessibilidade.

O cartão não dá direito ao uso da vaga gratuitamente, mas pode ser usado como referência para estabelecimentos particulares que reservem vagas especiais.

E ai? Gostaram do post e das dicas? Contem pra gente!

26 jan
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O que fazer para proteger seu carro durante a enchente?

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Para você não passar nenhum aperto durante a época de chuvas, ou mesmo correr algum perigo, nós do Trânsito+gentil e da Porto Seguro, preparamos algumas informações sobre como proceder ao se deparar com um alagamento.

Em dias de chuva, evite pontos de alagamento já conhecidos e procure rotas alternativas com o auxílio do Porto Vias; na seção Fique Informado, você tem acesso os principais locais de alagamento em São Paulo.

Evite atravessar vias inundadas, pois podem conter buracos ou outros obstáculos encobertos pela água, além da possibilidade de aquaplanagem. Também há o perigo de o veículo flutuar e ser arrastado pela enxurrada, o que coloca em risco a sua segurança e a de quem estiver com você;

Caso tenha que parar o carro, você pode evitar que a água entre pelo motor seguindo as instruções de manter os pés na embreagem, colocar em ponto morto e pisar nos freios com cautela, mantendo o automóvel acelerado;

Se o seu carro estiver parcialmente submerso e apagar, não tente dar partida novamente. Isso reduz o risco de danos causados ao motor. Caso possível, tente empurrá-lo para um local não alagado e chame o socorro;

Nunca tente dar a partida no veículo se ele “morrer” ou se você o encontrar dentro d’água. Neste caso, o carro não vai funcionar e o motor pode aspirar água e ser danificado;

Evite estacionar o veículo em locais com probabilidade de inundação.

Também é recomendado manter o ar-condicionado do veículo desligado para evitar danos ao motor;

Nos carros equipados com transmissão automática, a troca de marchas deve ser feita manualmente, selecionando a posição “1“. Dessa forma, o veículo não desenvolve tanta velocidade e é possível imprimir uma rotação maior ao motor;

Alguns veículos automáticos oferecem o ajuste da tração, conhecido como “winter” ou “snow”, que também deve ser utilizado durante alagamentos para ajudar a controlar a sua velocidade e a rotação do motor;

Caso o seu carro esteja “estranho” após passar por um local de enchente, acione o socorro, ou faça um diagnóstico. Isso pode evitar que os prejuízos tornem-se muito maiores;

Em carros com sistema de injeção eletrônica, é recomendado fazer um check-up para corrigir possíveis alterações, como maus contatos, que podem gerar grandes transtornos;

Entrou água no seu veículo a ponto de molhar o carpete? Procure imediatamente um especialista em limpeza de veículos alagados. Ele deverá retirar o carpete do veículo, substituir os revestimentos que ficam abaixo dele e voltar a montá-lo.

Se, mesmo tomando todas as medidas, alagar o veículo, faça o seguinte.

  • Antes de mais nada, comunique o seu corretor ou seu seguro. E se estiver em alguma situação de perigo, ligue para o Corpo de Bombeiros (193).
  • O guincho vai levar o veículo para um local seguro.
  • A próxima etapa é indicar uma oficina de sua preferência. Se o veículo não estiver funcionando, o guincho poderá levá-lo.
  • A liberação será feita por um técnico da empresa, que avaliará se o veículo pode ser recuperado ou se houve perda total.

Confira mais informações sobre sinistro clicando aqui.

23 set
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Semana Nacional de Trânsito 2010

Hoje começa a Semana Nacional de Trânsito e o tema desse ano é: Cinto de Segurança e Cadeirinha.

No dia das mães, fizemos um post falando sobre a importância do uso da cadeirinha no carro, vocês se lembram? E agora que ela é obrigatória, temos ouvido falar muito no assunto. Principalmente porque elas estão em falta nas lojas e até roubo de cadeirinhas em carros estacionados já apareceu nos noticiários de São Paulo, o que é bem grave.

(mais…)

27 mai
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Seu Lili Feelings

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Que atire a primeira pedra quem nunca teve um dia de esquentadinho. Daqueles que a gente levanta com o pé esquerdo mesmo! Pisa no cocô de cachorro, pega trânsito, fila no banco, perde o ônibus que acabou de passar no ponto e chega atrasado ao trabalho. Dá vontade de fugir para um lugar bem longe, onde ninguém vai te incomodar, né?

Mas vamos combinar que tem gente que exagera. Vive estressado o tempo todo com tudo e todos! Não pode ver uma coisinha errada que já sai xingando e fazendo cara feia de tanto mau humor.
(mais…)