Trânsito + Gentil

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O Movimento Trânsito + Gentil propõe uma mudança de atitude. A gentileza pode ser multiplicada e crescer junto com o número de carros que circulam na cidade.

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Veja quem já apóia o Trânsito + Gentil no Facebook. Aproveite e entre também para este grupo.

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27 mar
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Forme pequenos pedestres gentis com bons exemplos e educação

Que criança não quer independência? Se esse momento não chegou para o seu filho (ou sobrinho, ou neto), uma hora ele vai chegar. E é importante pensar duas vezes antes de deixar as crianças tomem algumas atitudes sozinhas, como atravessar a rua, logo no início de suas vidas de pedestres. Com educação adequada e bons exemplos dos adultos, é simples reduzir o risco de acidentes e ajudar a formar pedestres mais gentis!

Estima-se que dezenas de milhares de crianças são feridas em acidentes envolvendo automóveis a cada ano. E o pior: atropelamentos de crianças são, frequentemente, graves ou fatais – já que o impacto é potencializado pela fragilidade de um corpo em desenvolvimento.

Pais, irmãos, primos e professores são os principais modelos de comportamento para as crianças. Conversar com elas para que assimilem e adotem um comportamento seguro é essencial. Caminhar com os pequenos, mostrando como se comportar de forma correta e a escolher de caminhos seguros (com poucas ruas para atravessar nas primeiras vezes), é uma ótima maneira de mostrar como se portar.

Riscos inerentes (como o tamanho da criança e sua habilidade de percepção) e riscos do meio ambiente (como motoristas velozes) estão por todos os lados. Por isso, prevenir é muito importante.

Algumas dicas para educar pequenos pedestres:

  • Não permita que uma criança menor de 10 anos atravesse a rua sozinha. A supervisão de um adulto é vital até que ela demonstre habilidades e capacidade de julgamento do trânsito;
  • Entradas de garagens, quintais sem cerca, ruas ou estacionamentos não são locais seguros para as crianças brincarem;
  • Ensine a criança a olhar para os dois lados várias vezes antes e enquanto atravessa a rua;
  • Oriente a criança a utilizar a faixa de pedestres sempre que houver. Mesmo na faixa, ela deve olhar várias vezes para os dois lados e atravessar em linha reta;
  • Mostre e explique os sinais de trânsito;
  • Diga o quanto é importante não atravessar a rua entre carros, ônibus, árvores e postes;
  • Deixe claro o quanto é importante nunca correr para a rua sem parar e olhar para os lados – seja para pegar uma bola ou por qualquer outra razão. Correr para a rua é a causa da maioria dos atropelamentos fatais com crianças;
  • Ao desembarcar do ônibus, ensine às crianças que elas devem esperar que o veículo pare totalmente e aguardar para atravessar a rua.

E você, está educando um pequeno pedestre? Conta pra gente como está sendo! :)

18 jan
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Como combater o estresse no trânsito?

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Foi essa a pergunta que fizemos há alguns dias às pessoas que acompanham diariamente a página do Trânsito+gentil no Facebook. Respostas que envolviam o ato de se colocar no lugar do próximo e pensar na sua atitude como receptor foram as mais curtidas e comentadas. Contudo, a maneira mais aceita e utilizada pelos motoristas para combater o stress do trânsito no dia a dia é o hábito de ouvir uma boa música e se distrair, cantando junto e apreciando o som do seu artista preferido.

De acordo com especialistas, o estresse pode ser considerado a soma de respostas físicas e mentais causadas por determinados estímulos externos que permitem ao indivíduo  superar determinadas exigências do meio-ambiente e o desgaste causado por esse processo.

Sem dúvida o trânsito pode nos irritar, mas cuidado, porque o ato de ouvir música ou fazer alguma outra coisa que desprenda parcial ou completamente a sua atenção no volante pode ser perigoso por fazer com que perca o foco e fique vulnerável a acidentes. Falar ao celular também é uma prática que, embora ajude a passar o tempo, distrai o motorista, além de ser oficialmente proibida pela lei 9.503/97.

A verdade é que, com ou sem estresse, o trânsito não vai ser diferente. Então, pra que se irritar? Leve a vida numa boa e, sobretudo, seja gentil com o próximo! ;D

19 dez
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Palhaços e psicólogos a um sorriso de distância

“Psicólogos do Trânsito”: é assim que o grupo de cinco amigos se apresenta pelas ruas da cidade de São Paulo.

Aplicar a arte do palhaço nas ruas em troca de sorrisos é o objetivo dos Psicólogos do Trânsito. O projeto é baseado na ONG Doutores da Alegria, que usa alegria, humor e diversão para ajudar na recuperação de crianças doentes.

Criado por Guilherme Brandão, o coletivo estreou em agosto de 2010 e atua em São Paulo, mais especificamente nas faixas de pedestre. Tudo para descontrair quem está de passagem pelas ruas.

O projeto vem ganhando notoriedade e reconhecimento a cada dia, com sucesso proporcional ao retorno dos motoristas – que geralmente retribuem com alegria e muitas buzinadas. No vídeo abaixo, os meninos contam um pouco mais sobre a história dos Psicólogos do Trânsito, além de mostrar o trabalho na prática.

A ONG não tem fins lucrativos e visa humanizar cada vez mais o trânsito da capital paulista, diminuindo o estresse dos motoristas e semeando sorrisos por onde passa. Tudo isso sempre usando a menor das máscaras – o nariz vermelho do palhaço!

E, nesta semana do Natal, o Trânsito+gentil se juntou a eles para distribuir 10 mil rosas brancas e kits com adesivos no cruzamento da Rua Henrique Schaumann com a Rua Teodoro Sampaio – de segunda a sexta-feira, das 19h30 às 21h (exceto em dias de chuva).

Acesse o site oficial do projeto para ter mais informações sobre agenda, parceiros e contato:

http://psicologosdotransito.org

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10 out
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Trânsito + estresse: tô fora!

Como se não bastasse o estresse do dia a dia com as preocupações do trabalho, escola e casa, muita gente passa ainda mais nervoso se deslocando entre eles. Isso mesmo: no trânsito.

E não é só você, da cidade grande, que sofre deste problema. Os congestionamentos estão também em pequenas cidades e outros países do mundo. Ao menos, é o que diz um estudo realizado pelos pesquisadores da indústria de informática IBM.

O estudo buscava entender a atitude das pessoas em um congestionamento e descobriu que o trânsito vem melhorando, na opinião delas, mas, que a reação a esta situação é mais estressante do que antes. A pesquisa ainda aponta que os entrevistados estão conscientes da relação ‘menos trânsito – manutenção do estresse’ e, por consequência, da queda do rendimento e dedicação nas outras áreas da vida.

A pesquisa aponta que, nos países ricos, muita gente está deixando os carros em casa e aderindo ao transporte coletivo ou bicicleta, mesmo em cidades de trânsito caótico, como Cidade do México, Nova Delhi (Índia) e Shenzen (China).

Se você depende do seu carro no dia a dia, o que dificulta o combate ao trânsito, então, se planeje em busca de uma forma de não se estressar: saia mais cedo de casa, dê carona para alguém divertido, ouça uma boa música… Qual a sua dica?

**
Recebemos essa dica de pauta da nossa seguidora gentil @JoanaPomarole. Dê a sua sugestão também! ;)

29 set
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A intolerância não pega carona nos congestionamentos

Por Bruno Érnica

Já sabemos como funciona o bom e velho congestionamento. Ele está no meio de nós, e, infelizmente, alterando o humor dos impacientes. Alguns motoristas jogam ofensas e intransigências pela janela do carro. Etodos sabemos que não devemos jogar lixo nas ruas!

Quando se está no trabalho, aguardando ansiosamente pelas 18h, você não sai batendo na secretária, rasgando documento e nem mordendo a canela do seu chefe. A poucos dias do Réveillon, você não sai brigando com o universo porque cansou deste ano e quer que chegue logo o próximo. Então porque ser intolerante no trânsito, quando se está preso em um congestionamento?

O melhor a se fazer é deixar a intolerância do lado de fora do carro. Leve coisas que você goste no banco do passageiro, como uma boa música pra cantar e passar o tempo, um monte de salgadinhos e doces pra você matar um pouco da ansiedade. Outra opção é oferecer uma carona para alguém que você sempre quis flertar, já que ela não poderá fugir!

O seu carro é lugar de coisa boa! A intolerância fica muito melhor na sala de espera, junto com o estresse e a raiva. Elas combinam muito bem, mas só quando estão longe de você.

**

O Bruno Érnica trabalha com web e redes sociais. Paulistano, já está acostumado com o corre-corre cotidiano e conhece bem o trânsito. O seu blog, http://brunoernica.com, é uma ótima dica para quem não quer dar carona para o estresse.

bruno ernica

28 set
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Movimento #TrânsitoGentilNOT

Por Eric Messa

As redes sociais foram peças importantes das recentes revoluções políticas ocorridas no Egito, Tunísia e Líbia. As redes não foram a origem, mas, sem dúvida, potencializaram movimentos sociais que já existiam. As redes otimizam a mobilização e a troca de informação, dois fatores cruciais para o sucesso de um movimento social.

Em resumo, redes sociais amplificam o poder de diálogo de uma sociedade. É por isso que acredito que elas podem colaborar também para propostas mais simples, como a construção de um trânsito mais gentil em São Paulo.

A faixa de pedestre pode sim funcionar. Basta um pouco mais de compreensão, tanto do motorista, quanto do pedestre. Compreensão, educação e complacência são conquistadas com um diálogo permanente entre motoristas e pedestres. Que tal começar esse diálogo no Twitter?

Podemos usar a rede para educar o trânsito de São Paulo. Parte do estresse do motorista é causado por situações anti-produtivas ou mesmo ilegais, cometidas por outros motoristas.

Imagine criarmos o meme #TrânsitoGentilNOT. Uma espécie de denúncia e relato de infrações que você gostaria de não ver mais pelas ruas de São Paulo, por exemplo: “Ficar na pista da esquerda; e quando o farol abre, entrar à direita. #TrânsitoGentilNOT”.

Se o meme pega, ele se torna uma alternativa para promover um diálogo informal que permitirá a construção de uma sociedade consciente das suas responsabilidades, além de mais compreensiva e gentil no trânsito. Que tal?

**

Eric Messa é professor da faculdade de Comunicação e Marketing da FAAP/SP, pesquisador e estrategista de mídias digitais e comunicação em redes sociais (mídias sociais). É leitor de alguns blogs e autor de um, o e-Code, que, quase sempre, trata de Comunicação & Tecnologia: http://ecode.messa.com.br

23 set
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Bike: todos podem fazer esta troca

O Ricardo Aoi (@RickAoi) é um amigo gentil de longa data. Participa ativamente das ações do Trânsito+gentil e sempre usa suas redes para passar mensagens de superação e gentileza. Ele colaborou com o Mês do Trânsito contando como colocou a bicicleta no seu dia a dia e nunca mais tirou, mesmo passando por momentos difíceis. Não deixe de ler! ;D

**

Tudo começou em 2004. Num final de semana, peguei minha bicicleta comprada em um supermercado e fui de São Bernardo do Campo até o Parque do Ibirapuera em São Paulo. Foi de brincadeira, e achei que dava pra tentar mais vezes.

Até então, não tinha nenhum outro contato com a bicicleta, além daquele que acho que a maioria das pessoas tem – que é o sonho de toda criança e que depois fica encostada no quintal ou no bicicletário do condomínio.

Aos poucos, fui me aprimorando e trocando os componentes, uma bicicleta melhor, um capacete, luvas, roupas de ciclista e outras coisas. No começo, demorava mais de uma hora para chegar ao trabalho e, muito cansado, não aguentava mais que uma vez por semana.

Após algum tempo, também comecei a pedalar aos finais de semana, fazendo trilhas pelas cidades nos arredores de São Paulo, como Atibaia, Mairiporã, Nazaré Paulista, Itatiba e outras.

Gostei tanto que passei a ir para o trabalho pedalando praticamente todos os dias. E já conseguia pedalar o trajeto de 12 km em 35 minutos, independente do trânsito. Afinal, de bike a velocidade é sempre constante.

Muita gente me alertava sobre os perigos do trânsito e ainda mais como ciclista. Mas, como adoro pedalar, nunca dei muita atenção. Em junho de 2005, indo para o trabalho, sofri uma queda porque havia óleo diesel na pista, em uma descida com curva. Tive uma fratura facial, que só não foi traumatismo craniano pelo fato de usar capacete. Foram 24 dias de molho, mais 30 dias até voltar a pedalar e uma placa e parafusos de titânio no rosto.

Em meu trajeto, já ajudei motoristas com problemas mecânicos, tirando o carro do meio da pista e sinalizando.

Um problema que tenho pelo caminho é quando a Via Anchieta está congestionada entre os quilômetros 13 e 10, onde muitos motoristas trafegam pelo acostamento em alta velocidade, o que torna esse trecho muito perigoso. Mas, também há motoristas gentis. Motoristas de ônibus, caminhões e carros já me cederam passagem e buzinam avisando sobre a gentileza, que retribuo com sinais. ;D

Quando não tenho compromisso, ou é dia do rodízio do meu carro, sempre vou de bike. É a certeza de chegar no horário. Assim como o carro, a bicicleta pode ter problemas mecânicos, mas, pela prática, consigo fazer troca de pneu, corrente e alguns ajustes.
Quando estou de carro, faço questão de “escoltar” ciclistas que vejo pelo caminho em locais que julgo ser mais perigosos. Isso é gentileza!

**

O Ricardo é ou não é um grande ciclista gentil? Conte sua história pra gente também!

22 set
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Tempo no trânsito: uma pausa para revermos nosso comportamento

Por Carol Veronese – @carol_tomy

Todos os dias, quando acordamos, estamos à prova de novos desafios. Saber enfrentar o trânsito de São Paulo com tolerância e gentileza não deveria ser para poucos! Afinal, não é melhor manter a paz e o equilíbrio do que antecipar as rugas? Ser cordial não é mais fácil do que limpar o rímel depois do choro?

No meu dia-a-dia, utilizo o transporte coletivo e tenho infalíveis táticas de alívio: observar as placas dos automóveis e brincar com as palavras que se formam, contar quantas ‘Brasílias’ vejo nas ruas (estão sumidas né?), planejar mentalmente o meu dia e a minha semana, pensar em assuntos legais para o meu blog e, o mais importante de todos, rever minhas atitudes.

Se cada um de nós parasse cinco minutinhos para rever nosso comportamento, muitas vezes impulsivo, pensaríamos mais antes de cometer atos falhos, certo? Então, vamos ser mais tolerantes!

Estão buzinando? Dê passagem. Xingaram? Ligue o rádio. Farol alto? Sorria. Trânsito que não anda? Cante uma música. Conversa desnecessária no coletivo? Coloque o fone. Impaciente? Leia um livro. Não sabe o que fazer? Durma. Afinal, nossa vida é mais importante do que perdê-la por falta de bom senso.

Não importa o modo como os outros nos tratam, gentileza gera gentileza.

**
carol
Carol Veronese é uma jovem que não deixa a gentileza de lado no corre-corre do dia, se preocupa em sair de casa bela, mas, jamais esquece o bom senso em casa. É dona do blog Retratos & Retalhos, uma página para jovens mulheres que buscam mais que novidades, buscam felicidade. Conheça: http://www.retratoseretalhos.com.br

20 set
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Mídias Sociais fazem parte da cultura dos brasileiros

Por Israel Degáspari (@idegasperi)

Olá, tudo bem? Sou o Israel Degásperi e queria agradecer o convite do blog Trânsito mais Gentil para escrever este artigo. Acho que todos já sabem que setembro é o mês do trânsito e eu estou aqui para responder se é possível engajar motoristas e pedestres, quando eles estão acessando a internet e distantes do volante ou fora das ruas.

Esta semana mesmo o instituto de pesquisa Ibope Nielsen divulgou uma pesquisa fresquinha: existem no Brasil 77,8 milhões de brasileiros navegando na internet. Deste número, 87% estão nas mídias sociais. O Brasil é o 3º país do mundo se analisado o tempo de permanência em sites sociais. Outra notícia importante é que o Facebook ultrapassou o líder desde 2007 no Brasil, o Orkut.

Aonde eu quero chegar com isso?
Simples.

É cultural do brasileiro usar a internet e as mídias sociais para tudo. Faz parte do seu comportamento. E porque não utilizar destes recursos para a própria população se beneficiar?
Já pensou nisso?

Conheça alguns exemplos de serviços na internet que visam melhorar a qualidade de vida das pessoas, desde o consumo colaborativo, como o serviço chamado Dois Camelos, comunidades para se discutir sustentabilidade até portais de crowdsourcing para construção civil, como o site DescolaAí, que possibilita empréstimo e aluguel de produtos pouco utilizados, como furadeiras e cortadores de grama, criado pela TECNISA.

Pois, até uma rede social para o trânsito existe! Você conhece o Waze? Nada mais é do que um “GPS comunitário”.

Então, para finalizar, concluo que sim: é possível sim, engajar motoristas e pedestres quando eles estão acessando a internet. Como? Com conteúdo exclusivo e com a conscientização de todos.

Para isso, participe do Trânsito+gentil no Facebook, Twitter, youtube, no Orkut e divulgue também para sua rede de contatos. Afinal, gentileza gera gentileza e, com isso, todos saem ganhando.

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Idegasperi
Israel Scussel Degásperi (facebook.com/idegasperi) é publicitário, formado pela FURB em Santa Catarina e pós graduado em Novas Mídias, Rádio e TV pela mesma universidade. Blogueiro fundador e responsável pelo conteúdo do @midiasblog http://midiassociais.blog.br, trabalha como analista de mídias sociais na @tecnisa. Israel também é palestrante e presta consultoria para as empresas atuarem nas mídias sociais.

12 set
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Salvo pela gentileza

Há alguns dias, recebemos uma publicação no mural do Trânsito+gentil no Facebook, da nossa amiga gentil Cristianne Chakib Camis. Trata-se de um texto muito bacana que aborda o quanto é importante usar a gentileza. Não sabemos se a história é real, mas é uma bela lição de vida.

O texto nos faz refletir o quanto a gentileza é importante nas relações sociais, independente do ambiente: em casa, no trabalho, no trânsito… Não deixe de ler e enviei a sua sugestão também! ;D

 

Salvo pela gentileza
Conta-se uma história de um empregado de um frigorífico da Noruega. Certo dia, ao término do trabalho, ele foi inspecionar a câmara frigorífica.

Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro da câmara. Bateu na porta com força, gritou por socorro, mas ninguém o ouviu. Já estava há quase cinco horas preso, debilitado com a temperatura insuportável.

De repente, a porta se abriu e o vigia entrou na câmara e o resgatou com vida. Depois de salvar a vida do homem, perguntaram ao vigia por que ele foi abrir a porta da câmara, se isto não fazia parte da sua rotina de trabalho.

Ele explicou: “Trabalho nesta empresa há 35 anos, centenas de empregados entram e saem aqui todos os dias e ele é o único que me cumprimenta ao chegar pela manhã e se despede de mim ao sair. Hoje pela manhã disse ‘Bom dia’ quando chegou. Entretanto, não se despediu de mim na hora da saída. Imaginei que poderia ter lhe acontecido algo. Por isto o procurei…”.