Trânsito + Gentil

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O Movimento Trânsito + Gentil propõe uma mudança de atitude. A gentileza pode ser multiplicada e crescer junto com o número de carros que circulam na cidade.

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Veja quem já apóia o Trânsito + Gentil no Facebook. Aproveite e entre também para este grupo.

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16 dez
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Os valores da gentileza e da cordialidade no trânsito

Você sabia que em países mega populosos (como a Índia) os carros têm que dividir as ruas com ciclistas, pedestres, cachorros, cavalos e até elefantes? Pois saiba que é verdade! E isso acontece devido à falta de calçadas, guias e escassa sinalização de trânsito.

Quem acompanha os nossos canais nas redes sociais pôde assistir, há algumas semanas, este vídeo onde se pode ver claramente a situação caoticamente organizada do trânsito em um dia normal na cidade de Vadodara: http://gentil.vc/6r

Por outro lado, contrastando completamente com a situação dos países asiáticos, na Suíça, o trânsito é tão bem organizado que os condutores chegam a parar diante de faixas de pedestre vazias – tudo pelo respeito à sinalização. Enquanto isso, São Paulo tem o 6º trânsito mais desgastante do mundo (de acordo com estudos internacionais divulgados na Conferência Internacional de Trânsito da Europa), seguido de perto por Nova Déli.

Muitas vezes, uma discussão mais acalorada entre condutores termina em violência. “Em cidades grandes, muitos motoristas já saem de casa prontos para atacar ou se defender.” – trecho do livro “Por Que Dirigimos Assim?”, do jornalista americano Tom Vanderbilt.

Fiscalizações e multas, muitas vezes, não são suficientes para reeducar quem já tem os seus vícios de direção. Não há leis que ensinem às pessoas os valores da gentileza, do respeito e da cordialidade.  É com a família que aprendemos a ser educados – e nosso comportamento como motoristas reflete o que aprendemos ao longo da vida.

E você, faz a sua parte? Como repassa os valores de gentileza na vida e no trânsito para os seus filhos? Comente e compartilhe suas experiências com a gente! :D

25 out
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Um agente de trânsito que dominou as redes sociais

Você, provavelmente, viu este vídeo em algum lugar. E essa pessoa existe mesmo!

Na Semana Nacional do Trânsito e durante boa parte do mês de outubro, um agente de trânsito tomou conta das redes sociais. E não foi porque agiu de modo injusto com alguém ou porque multou muitas pessoas ao mesmo tempo, mas porque ele é um “agente gentil”.

Jobson Meirelles, da Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito (Semtran), de Vila Velha (ES), foi homenageado por indicação dos motoristas e pedestres, pelo trabalho realizado no município, com uma placa de honra ao mérito e um vídeo que mostra seu trabalho como guarda de trânsito na Praia da Costa.

Jobson aprendeu desde cedo que “gentileza gera gentileza” e que isso também ajuda na educação, além de contrubuir para um dia melhor. Ele consegue fiscalizar e também orientar as pessoas durante seu trabalho, para que possam transitar com mais segurança entre um cruzamento e outro. E o seu trabalho não para por aí: ele também presta muita atenção com quem utiliza o transporte público, falando dos horários de chegada dos ônibus.

Este vídeo nos mostra que, cada vez mais, a gentileza está sendo praticada por aí e que as pessoas também compartilham desse sentimento nas redes sociais. O vídeo teve cerca de 4 mil exibições e muito comentários na rede.

Em nossa Fan Page (http://www.facebook.com/transitomaisgentil), o vídeo foi compartilhado 230 vezes, 500 pessoas curtiram em apenas duas horas e tivemos 76 comentários elogiando o trabalho do agente de trânsito. Aliás, a nossa rede cresce a cada dia. Já somos mais de 200 mil apoiadores em todas as redes. É ou não é muita gentileza? E você: como faz para praticar a gentileza no dia a dia? Participe conosco!

Siga-nos: Twitter: twitter.com/transitogentil

Curta no Facebook: facebook.com/transitomaisgentil

Assine nosso canal no Youtube: youtube.com/transitomaisgentil

19 out
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Machão também é gentil ;D

Abrir a porta do carro para que ela entre. Posicionar a cadeira antes de outra pessoa sentar. No dia seguinte ao jantar, enviar flores. Os homens são, até mesmo por uma questão cultural (e quem sabe, histórica), gentis por natureza.

E, da mesma forma que a gentileza impacta positivamente a mãe, namorada ou amiga, pode surpreender qualquer pessoa. Uma gentileza, que deveria ser hábito, tornou-se algo inesperado. E surpreendente.

Olha só:

Por isso, a boa dica do Trânsito+gentil é exercer a gentileza durante todo o dia e não deixar que ela falhe nunca… Permitir uma ultrapassagem, esperar que o pedestre chegue à calçada para seguir adiante, auxiliar um idoso na travessia da rua são gentilezas (assim como agradar quem se ama).

<3

11 out
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Filhos: Carinho, segurança e educação sempre

Categorias: Colaboração

Por Thaís Damha

Tenho um blog, sou mãe e esposa. Meus dois filhos estão com as idades de 5 e 3 anos. Uma fase em que temos que começar a mostrar o certo e o errado, valorizando coisas boas e positivas da vida.

Meu marido e eu somos superpreocupados em questão de educação e segurança, como toda mãe e pai. Hoje em dia, temos que estar com atenção redobrada, coisa que há pouco tempo não era preciso. Outro dia, perguntei pra minha mãe como ela fazia comigo e meus irmãos no carro, somos em 4 e lembrei das cadeirinhas, cintos etc. E ela me disse: simples, abria a porta e entravam!

Realmente, era simples, fácil e os carros não corriam tanto (rsrs). Mas, hoje, de maneira nenhuma, me vejo saindo ou viajando com as crianças fora da cadeirinha. Quando minha filha mais velha era bebê, odiava o bebê conforto, parecia que tinha espinhos. Morria de dó de colocá-la a força, mas, com o tempo me convenci dos riscos… Acho que, com mais calma, consegui fazer sem estresse (Dica: o filminho do “Little Einstein” ajudou muito nesta questão, eles não decolam o foguete sem atar os cintos. OBA!).

cadeirinha

Para mim, a cadeirinha é imbatível, ela tem todos os apoios reguláveis e inclina para poder dormir. Hoje, não consigo nem mesmo manobrar o carro dentro da garagem se não tiver passado o cinto neles. Educando as crianças, elas pedem e, às vezes, nos lembram de protegê-las. Em casa, essas questões são fortes para nós. Outro, dia meu irmão perguntou à sua esposa, minha cunhada, com quantos anos se deve parar de usar a cadeirinha de segurança. Ela disse que achava ser 5 anos. Minha filha virou e disse: “Dindo, acho melhor ser 10, minha prima mais velha ainda usa”.

Cheguei à conclusão que é uma questão de educar mesmo para a vida, em todos os pontos. E a educação tem que ser em todos os pontos e lugares mesmo!

Quando estamos a pé, é uma dificuldade atravessar a rua, ninguém quer parar, um caos… Mas, nessas situações, explico o que é certo e errado, e agora eles aprenderam a agradecer se um carro para. Eles adoram e fazem uma “festa” com o motorista. Quem parou também fica bem feliz.

Com as crianças, acabamos aprendendo muito também, nos educando de várias formas, não dá mais para atravessar fora da faixa.

Em nossos carros, temos um adesivinho azul. Conhecem? =D
logo_transito_gentil

Crianças são como o CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) , quando alguém buzina, corre, passa no semáforo vermelho ou amarelo, às vezes, elas olham e dizem: “também, mamãe, eles não colaram o coraçãozinho no carro deles… são chatos, né?!”.

Minha filha sempre acorda assustada de madrugada com barulho de moto ou carro que fazem “graça” no meio da noite. Por essa experiência, fiz um propósito de buzinar só se realmente for necessário, não sabemos se por ali tem criança dormindo, pessoa doente, idoso, recém-nascido.

E espero que cada dia mais pessoas percebam que precisamos de mais educação e gentileza no trânsito, na cidade e que buzinar, correr ou qualquer outro ERRO não vai resolver o trânsito.

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS! E não se esqueçam: a educação ainda é o maior presente.

A Thaís Damha é esposa, mãe e blogueira, exatamente nesta ordem. Começou seu blog, o Dica das Amigas (http://dicionariodedicasdasamigas.blogspot.com), quando suas amigas pediram para que contasse suas experiências da gestação e criação dos filhos, o que faz com tamanha maestria. =D

10 out
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Trânsito + estresse: tô fora!

Como se não bastasse o estresse do dia a dia com as preocupações do trabalho, escola e casa, muita gente passa ainda mais nervoso se deslocando entre eles. Isso mesmo: no trânsito.

E não é só você, da cidade grande, que sofre deste problema. Os congestionamentos estão também em pequenas cidades e outros países do mundo. Ao menos, é o que diz um estudo realizado pelos pesquisadores da indústria de informática IBM.

O estudo buscava entender a atitude das pessoas em um congestionamento e descobriu que o trânsito vem melhorando, na opinião delas, mas, que a reação a esta situação é mais estressante do que antes. A pesquisa ainda aponta que os entrevistados estão conscientes da relação ‘menos trânsito – manutenção do estresse’ e, por consequência, da queda do rendimento e dedicação nas outras áreas da vida.

A pesquisa aponta que, nos países ricos, muita gente está deixando os carros em casa e aderindo ao transporte coletivo ou bicicleta, mesmo em cidades de trânsito caótico, como Cidade do México, Nova Delhi (Índia) e Shenzen (China).

Se você depende do seu carro no dia a dia, o que dificulta o combate ao trânsito, então, se planeje em busca de uma forma de não se estressar: saia mais cedo de casa, dê carona para alguém divertido, ouça uma boa música… Qual a sua dica?

**
Recebemos essa dica de pauta da nossa seguidora gentil @JoanaPomarole. Dê a sua sugestão também! ;)

23 set
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Bike: todos podem fazer esta troca

O Ricardo Aoi (@RickAoi) é um amigo gentil de longa data. Participa ativamente das ações do Trânsito+gentil e sempre usa suas redes para passar mensagens de superação e gentileza. Ele colaborou com o Mês do Trânsito contando como colocou a bicicleta no seu dia a dia e nunca mais tirou, mesmo passando por momentos difíceis. Não deixe de ler! ;D

**

Tudo começou em 2004. Num final de semana, peguei minha bicicleta comprada em um supermercado e fui de São Bernardo do Campo até o Parque do Ibirapuera em São Paulo. Foi de brincadeira, e achei que dava pra tentar mais vezes.

Até então, não tinha nenhum outro contato com a bicicleta, além daquele que acho que a maioria das pessoas tem – que é o sonho de toda criança e que depois fica encostada no quintal ou no bicicletário do condomínio.

Aos poucos, fui me aprimorando e trocando os componentes, uma bicicleta melhor, um capacete, luvas, roupas de ciclista e outras coisas. No começo, demorava mais de uma hora para chegar ao trabalho e, muito cansado, não aguentava mais que uma vez por semana.

Após algum tempo, também comecei a pedalar aos finais de semana, fazendo trilhas pelas cidades nos arredores de São Paulo, como Atibaia, Mairiporã, Nazaré Paulista, Itatiba e outras.

Gostei tanto que passei a ir para o trabalho pedalando praticamente todos os dias. E já conseguia pedalar o trajeto de 12 km em 35 minutos, independente do trânsito. Afinal, de bike a velocidade é sempre constante.

Muita gente me alertava sobre os perigos do trânsito e ainda mais como ciclista. Mas, como adoro pedalar, nunca dei muita atenção. Em junho de 2005, indo para o trabalho, sofri uma queda porque havia óleo diesel na pista, em uma descida com curva. Tive uma fratura facial, que só não foi traumatismo craniano pelo fato de usar capacete. Foram 24 dias de molho, mais 30 dias até voltar a pedalar e uma placa e parafusos de titânio no rosto.

Em meu trajeto, já ajudei motoristas com problemas mecânicos, tirando o carro do meio da pista e sinalizando.

Um problema que tenho pelo caminho é quando a Via Anchieta está congestionada entre os quilômetros 13 e 10, onde muitos motoristas trafegam pelo acostamento em alta velocidade, o que torna esse trecho muito perigoso. Mas, também há motoristas gentis. Motoristas de ônibus, caminhões e carros já me cederam passagem e buzinam avisando sobre a gentileza, que retribuo com sinais. ;D

Quando não tenho compromisso, ou é dia do rodízio do meu carro, sempre vou de bike. É a certeza de chegar no horário. Assim como o carro, a bicicleta pode ter problemas mecânicos, mas, pela prática, consigo fazer troca de pneu, corrente e alguns ajustes.
Quando estou de carro, faço questão de “escoltar” ciclistas que vejo pelo caminho em locais que julgo ser mais perigosos. Isso é gentileza!

**

O Ricardo é ou não é um grande ciclista gentil? Conte sua história pra gente também!

20 set
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Mídias Sociais fazem parte da cultura dos brasileiros

Por Israel Degáspari (@idegasperi)

Olá, tudo bem? Sou o Israel Degásperi e queria agradecer o convite do blog Trânsito mais Gentil para escrever este artigo. Acho que todos já sabem que setembro é o mês do trânsito e eu estou aqui para responder se é possível engajar motoristas e pedestres, quando eles estão acessando a internet e distantes do volante ou fora das ruas.

Esta semana mesmo o instituto de pesquisa Ibope Nielsen divulgou uma pesquisa fresquinha: existem no Brasil 77,8 milhões de brasileiros navegando na internet. Deste número, 87% estão nas mídias sociais. O Brasil é o 3º país do mundo se analisado o tempo de permanência em sites sociais. Outra notícia importante é que o Facebook ultrapassou o líder desde 2007 no Brasil, o Orkut.

Aonde eu quero chegar com isso?
Simples.

É cultural do brasileiro usar a internet e as mídias sociais para tudo. Faz parte do seu comportamento. E porque não utilizar destes recursos para a própria população se beneficiar?
Já pensou nisso?

Conheça alguns exemplos de serviços na internet que visam melhorar a qualidade de vida das pessoas, desde o consumo colaborativo, como o serviço chamado Dois Camelos, comunidades para se discutir sustentabilidade até portais de crowdsourcing para construção civil, como o site DescolaAí, que possibilita empréstimo e aluguel de produtos pouco utilizados, como furadeiras e cortadores de grama, criado pela TECNISA.

Pois, até uma rede social para o trânsito existe! Você conhece o Waze? Nada mais é do que um “GPS comunitário”.

Então, para finalizar, concluo que sim: é possível sim, engajar motoristas e pedestres quando eles estão acessando a internet. Como? Com conteúdo exclusivo e com a conscientização de todos.

Para isso, participe do Trânsito+gentil no Facebook, Twitter, youtube, no Orkut e divulgue também para sua rede de contatos. Afinal, gentileza gera gentileza e, com isso, todos saem ganhando.

**
Idegasperi
Israel Scussel Degásperi (facebook.com/idegasperi) é publicitário, formado pela FURB em Santa Catarina e pós graduado em Novas Mídias, Rádio e TV pela mesma universidade. Blogueiro fundador e responsável pelo conteúdo do @midiasblog http://midiassociais.blog.br, trabalha como analista de mídias sociais na @tecnisa. Israel também é palestrante e presta consultoria para as empresas atuarem nas mídias sociais.

16 set
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Pedalando pra longe da falta de gentileza

Durante o mês de setembro, vai ser muito comum ouvir ou ler por aí (e aqui no Trânsito+gentil também) sobre incluir a bicicleta como meio de transporte no dia a dia. Fácil entender o porquê disso: setembro é o mês do trânsito, comemora-se o dia da Amazônia e de causas ambientais (como o Dia Mundial sem Carro), além da chegada da Primavera.

Melhor do que mudar uma atitude é ser gentil sempre, onde quer que esteja, e ter a ciência de que nem todos têm a gentileza como princípio. E isso pode ser um risco para quem pedala por aí.

Se você usa bicicleta, ou quer incluir esta prática no seu dia a dia, leia as nossas dicas e deixe as suas também:

Apareça | Fique bem visível para os motoristas. Luzes e reflexivos na bicicleta, no capacete e na roupa são itens de extrema importância. Evite usar roupas escuras à noite.

Rota alternativa | Descubra, analise e trace caminhos que fogem de grandes avenidas e ruas muito movimentadas. De carro, é difícil perceber. Mas, os bairros oferecem uma porção de ruazinhas mais calmas, que são rotas perfeitas para os ciclistas – você vai com segurança e chega ao mesmo destino. Nada que uma boa pesquisa com mapas não ajude a resolver.

Faça sinais! | O seu corpo é que vai mostrar suas intenções. Não tenha medo de balançar o braço para sinalizar se você pretende virar uma rua ou não. É sua obrigação mostrar para o motorista o que você quer fazer. E pense como todos os motoristas deveriam pensar: de forma defensiva.

Sentido correto | Ande sempre na mesma mão dos carros, nunca na contrária. Motoristas conseguem ver com mais atenção o que está no mesmo sentido.

Dialogue | Esteja preparado para ouvir reclamações e exclamações mal educadas de motoristas. Infelizmente, nem todos respeitam a bicicleta como veículo que tem o direito de transitar na cidade. Aja com prudência, claro, e, quando possível, estabeleça diálogos com quem está compartilhando a pista.

Estas e outras dicas estão no site da revista SuperInteressante. ;D

14 set
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Meu amigo inseparável, o carro

Quem usa o carro para se deslocar para longas distâncias pode até ter vontade de ser menos dependente do automóvel, mas sabe que é muito difícil colocar essa vontade em prática.

Nem todas as cidades possuem um trânsito fluído e seguro, transporte coletivo que funcione de forma pontual e confortável. Além disso, não podemos ignorar os riscos de nos deslocar de motocicleta ou bike. Por isso, o Trânsito+gentil listou algumas possibilidades que, se você achar viável encaixar em seu dia a dia, podem amenizar o estresse e diminuir o tempo que você passa no trânsito:

Automóvel: (1) se você trabalha na rua e precisa do carro ou moto para se deslocar, tente agregar alguns colegas para oferecer carona. A atitude diminui o trânsito e os seus gastos com gasolina e estacionamento, já que todos podem contribuir. (2) Quando estiver em pleno congestionamento, que tal ouvir uma música legal, alongar o pulso e braços?

Moto: o motociclista precisa dirigir por ele e para os outros, já que muitos veículos possuem os “pontos cegos” que tornam a moto invisível quando olha rapidamente pelos espelhos retrovisores. Esteja sempre atento aos carros e pedestres ao redor.

Transporte público: para quem tem um trabalho mais flexível, uma opção é usar ônibus, metrô ou trem em horários diferenciados (um pouco antes ou depois do grande fluxo de pessoas). Levar uma boa revista ou livro de companhia pode contribuir para que o caminho seja mais gentil e prazeroso.

Bike: carregue, junto da gentileza, os equipamentos de segurança obrigatórios e preste muita atenção a motoristas e pedestres. Sinalize sempre as suas próximas ações. Se não tem uma bicicleta, você pode pegar uma emprestada/alugada nos pontos oferecidos por algumas prefeituras. É o caso da Prefeitura de São Paulo, que instalou postos próximos às estações de metrô.

Mix de meios de transporte: você sabia que algumas prefeituras e governos estaduais se uniram para que você diminua o tempo gasto no trânsito? Isso mesmo. Em São Paulo, por exemplo, é possível fazer parte do caminho de carro, estacionar em um local conveniado ao metrô/trem e pegar uma bike emprestada. Para quem vai utilizar o metrô, há um grande desconto no estacionamento.

A pé: você pode fazer todo o seu percurso a pé ou parte dele em outro transporte. Mas, é importante sempre respeitar a faixa de pedestres e os semáforos (de pedestre e veículos). Fique atento também aos ciclistas, já que alguns podem furar os semáforos das ruas.

E você, tem uma dica bacana para fazer caminhos mais rápidos, seguros e divertidos?

08 set
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Aventura e gentileza podem andar juntas?

Categorias: Acontece, Eventos, Gentilezas

“Poeira, lama, calor de derreter os miolos ou frio úmido, nas madrugadas, estradas de asfalto e terra, picadas na mata, desfiladeiros e planícies. Atravessar grandes cidades e pequenos vilarejos, em contato com povos hospitaleiros e de uma simplicidade emocionante. Tudo isso faz parte do Rally dos Sertões.”

Esta é a descrição que a própria organização dá ao Rally dos Sertões, uma das maiores competições automobilísticas do País. São 406 equipes disputando em quatro categorias (moto, quadriciclo, carro e caminhão), com muitas surpresas pelo caminho.

Representando a modalidade moto, lá estava o gaúcho Lucas Generosi. O piloto, que também é corretor de seguros, sabe e aplica muito bem a gentileza por onde passa e diz que é possível sim ser gentil em uma competição tão rústica e arriscada como essa. Vamos ver o que ele contou pro Trânsito+gentil?

Antes de qualquer coisa: Lucas, parabéns por representar muito bem o seu Estado, o País e a gentileza necessária em qualquer situação da vida. ;D

Acompanhe a entrevista

Trânsito+gentil: Lucas, qual é o seu preparo para enfrentar um dia cheio de aventura e dificuldades pela frente?
Lucas Generosi: Antecipadamente, é feita uma preparação física muito intensa: academia, bicicleta e muito treino com a moto. Em dia de prova, saio com a moto para conhecer o pessoal da cidade por onde o Rally passa. Eles nos transmitem uma energia muito boa. Durante o deslocamento inicial, que não é cronometrado, curto a paisagem, pois passamos por lugares maravilhosos e, neste caso, acompanhamos as normas de trânsito – o que nos permite esbanjar gentilezas. Na concentração da largada, procuro, sempre que possível, dar uma geral na moto para que tudo ocorra da melhor maneira possível. É um momento para interagirmos com competidores e equipes de apoio de todo o mundo.

É verdade que o próprio regulamento do Rally dos Sertões favorece a gentileza entre os participantes? Como isso acontece?
Em primeiro lugar, gostaria de passar a todos que, das modalidades que conheço, o Rally é um esporte onde 99,99% dos competidores são muito gentis uns com os outros. Por quê? Talvez por gentileza gerar gentileza: quando estamos “numa pior”, quem nos ajuda é um de nossos concorrentes. O regulamento favorece sim a gentileza. Somos monitorados por GPS para garantir que estamos seguindo as regras de trânsito durante os trechos cronometrados em vilas, cidades etc. Temos o que chamamos de “zonas de radar”, para que a população não corra nenhum tipo de risco enquanto a caravana passa. Outro exemplo é que, toda vez que paramos para ajudar nossos concorrentes, temos o tempo descontado.

Você presenciou algum acidente e precisou auxiliar no socorro ou recebeu algum auxílio de outro competidor?
Graças a Deus, nunca presenciei nada grave. Este ano, no final de uma especial cronometrada de 300 km, estávamos em três competidores em um pequeno intervalo e um deles acabou caindo, mas sem gravidade. De pronto, todos nós paramos para auxiliá-lo. Na linha de chegada, tivemos um agradecimento emocionado deste competidor por uma coisa tão simples, uma pequena gentileza nossa.

Com as suas declarações, nos pareceu errada a comparação que as pessoas fazem entre o trânsito das grandes cidades, com a expressão “rally urbano”. O que você acha que falta para que os motoristas sejam gentis quando estão ‘pilotando’ os seus veículos?
Para mim, a expressão “rally urbano” só se assemelha com o tipo de “piso” que temos em um rally oficial. Ou seja, a quantidade de buracos que temos em muitas cidades. Outra coisa é que um motorista, seja ele urbano ou rodoviário, deve dirigir com gentileza e não pilotar. Gostaria de ver aquele motorista menos gentil, aquele “apressadinho”, realmente pilotando uma moto ou um carro de provas e sendo cronometrado. Certamente, muitos iriam mudar o seu conceito de “pilotar na cidade”. Seria uma ótima ferramenta para transformar o trânsito em algo mais gentil.

No seu dia a dia, você também utiliza moto? Como você acha que são vistos e tratados os motociclistas no trânsito?
Não utilizo minha moto no dia a dia. Porém, acredito que gentileza gera gentileza. A única solução para esta “guerra” é a educação e campanhas de conscientização, como o Trânsito+gentil.

Fora das competições, você é corretor de seguros. Tem algo que é muito presente nestas duas atividades? A segurança e gentileza estão presentes no seu dia a dia?
A primeira coisa que posso salientar é a preocupação com a segurança. No rally, uso 13kg de equipamentos de segurança. Tudo o que existe de mais seguro no mundo. No meu automóvel, todos sempre usam o cinto de segurança. Aliás, a corretagem de seguro sempre me ensinou que devemos analisar os riscos antecipadamente. Sendo assim, sempre estudamos todas as possibilidades de risco de uma competição. No ramo de seguros, desenvolvemos muito o lado humano. Muitas vezes, estamos tratando com pessoas em situações de grande estresse, dor, dificuldade e isso nos prepara para as situações mais adversas. Exercito diariamente a gentileza, seja no meu dia a dia, no trânsito ou no rally.
lucas

 

 Foto extraída do site: http://www.webventure.com.br

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Quem quiser mandar uma mensagem de apoio ou bater um papo com o piloto e corretor de seguros Lucas Generasi, é só enviar um email para lucas@generosi.com.br

E fique de olho no Trânsito+gentil. Iremos comentar mais sobre as futuras provas das quais o Lucas participará. ;D